O que importa para os novos ilhéus — resumos claros, com ligação à fonte.
A 29 de outubro, o Conselho do Governo aprovou uma redução de cinco cêntimos por litro no ISP da gasolina e do gasóleo, invocando a subida dos preços internacionais dos combustíveis. Prevê abdicar de cerca de 580 000 € por mês de receita.
O Conselho do Governo dos Açores aprovou, a 29 de outubro de 2026, uma redução de cinco cêntimos por litro no ISP (imposto sobre os combustíveis) da gasolina e do gasóleo, noticia o Jornal Açores 9. O valor de referência desce de 590 € para 540 € por 1 000 litros na gasolina e de 400 € para 350 € no gasóleo. O Governo estima abdicar de cerca de 580 000 € por mês de receita, valor de que diz estar disposto a prescindir para aliviar os custos da mobilidade, dos transportes e da atividade produtiva, face à subida dos preços internacionais dos combustíveis. Enquadra a medida como a continuação de medidas anteriores para proteger famílias e empresas dos custos de energia mais altos e salvaguardar o poder de compra e a competitividade.
A maior obra pública em curso na região — a reconstrução do porto das Lajes das Flores, destruído pelo furacão Lorenzo em 2019 — chegou aos 42,7 milhões de euros gastos, de um total previsto de 191,5 milhões, com conclusão apontada para abril de 2030.
O Governo dos Açores informa que, até meados de 2026, foram gastos cerca de 42,7 milhões de euros no novo porto das Lajes das Flores, a que chama a maior obra pública em curso na região, segundo o Jornal Açores 9. O porto original foi destruído pelo furacão Lorenzo em outubro de 2019 e novamente danificado pela tempestade Efraín em dezembro de 2022. A empreitada — adjudicada em abril de 2025, com prazo de 60 meses — vai prolongar o quebra-mar em 95 metros, construir um novo cais de 170 × 40 m, dragar até aos −9 m e acrescentar um edifício de apoio às operações portuárias. O investimento total está estimado em cerca de 191,5 milhões de euros, financiado sobretudo pelo Fundo de Coesão da UE, com conclusão prevista para abril de 2030.
Os trabalhadores das instituições sociais (IPSS) e Misericórdias dos Açores fizeram greve a 27–28 de outubro por um aumento de 52,50 €, subsídios e menos horas de trabalho — os sindicatos avisam que o subsídio de Natal de 2026 está em risco.
Os trabalhadores das instituições particulares de solidariedade social (IPSS) e das Santas Casas da Misericórdia dos Açores fizeram greve a 27 e 28 de outubro de 2026, convocada pelos sindicatos SINDESCOM e SINTAP/Açores, noticia o Jornal Açores 9. As reivindicações incluem um aumento salarial de 52,50 € para 2026, a atualização do subsídio de alimentação e das diuturnidades, a redução gradual da semana de trabalho de 39 para 35 horas e a equiparação salarial dos técnicos superiores à administração pública (uma diferença que os sindicatos apontam em 400–500 € por mês). Os sindicatos dizem que as entidades patronais não negoceiam enquanto não estiver concluído um estudo sobre o custo real dos serviços sociais, e que o financiamento nacional para 2026 ainda não foi transferido — alertando que são precisos cerca de 4 milhões de euros e que o subsídio de Natal do ano está em risco.
A greve do handling da SATA continua em janelas diárias à tarde (16:00–19:00) até 3 de novembro, com possíveis atrasos ou cancelamentos no check-in, na bagagem e no embarque.
A greve do handling dos sindicatos SITAVA e SINTAC — contra a venda prevista de 100% da SATA Handling — prolonga-se pelo início de novembro: depois das janelas da manhã no final de outubro, passa para janelas da tarde, das 16:00 às 19:00 (hora dos Açores), de 28 de outubro a 3 de novembro, segundo o pixidia. Como a SATA Handling assegura o check-in, a bagagem e o embarque, alguns voos podem sofrer atrasos ou cancelamentos, embora os voos de serviços mínimos tenham de operar e a SATA afirme que os voos programados funcionaram na sua maioria. A SATA permite alterações de data gratuitas (sem penalização nem diferença de tarifa) para voos entre 18 de outubro e 10 de novembro, desde que a nova data fique fora da greve; em caso de cancelamento, os direitos dos passageiros na UE dão reembolso ou reencaminhamento e assistência. Foi noticiado um pré-aviso de horas extraordinárias para 6 de novembro a 31 de dezembro, mas sem outra confirmação.
Invocando a forte procura (90% de ocupação em Ponta Delgada–Porto), a Azores Airlines aumenta as frequências para o Porto: São Miguel de 13 para 15 voos semanais e Terceira de 3 para 4, a partir do inverno 2026/27 e até ao verão de 2027.
A Azores Airlines, do grupo SATA, vai reforçar os voos Porto–Açores para a temporada IATA de inverno 2026/27 e o verão de 2027, invocando a forte procura nas rotas do verão de 2026, noticia o The Portugal News. Ponta Delgada–Porto teve uma ocupação média de 90% e as rotas da Terceira cerca de 80%. Em São Miguel, os voos semanais Ponta Delgada–Porto sobem de 13 para 15 (capacidade a crescer cerca de 10–15%), enquanto a ligação do Porto à Terceira passa de três para quatro voos por semana, aumentando a oferta de lugares no inverno em cerca de 26%. No total, o programa de inverno 2026/27 e verão 2027 é cerca de 3% maior do que há um ano.
Os passageiros desembarcados por via marítima subiram 2,1% em setembro, em termos homólogos (cerca de 58 000–59 000 desembarques), mas de janeiro a setembro ficaram 4,1% abaixo de 2025. Pico e Faial foram as ilhas com mais movimento.
O número de passageiros desembarcados por via marítima nos Açores subiu 2,1% em setembro de 2026, face a setembro de 2025, segundo o Serviço Regional de Estatística (SREA) citado pelo Jornal Açores 9, com o Pico (cerca de 26 300) e o Faial (cerca de 24 900) como as ilhas de maior movimento e São Jorge a crescer 9,2%. Ainda assim, de janeiro a setembro o total de cerca de 462 000 desembarques ficou 4,1% abaixo do mesmo período de 2025, mantendo uma sequência de quedas homólogas na maioria dos meses. Na época baixa, a Atlânticoline opera dentro do Triângulo (Pico, Faial, São Jorge) e entre Flores e Corvo, juntando-se Terceira e Graciosa de junho a setembro; o serviço sazonal de navio grande que ligava a maioria das ilhas está suspenso desde 2020. Uma ligação privada Santa Maria–São Miguel regressou neste verão, num navio pequeno.
O 26.º campeonato regional das profissões, Azores Skills, decorre de 2 a 6 de novembro em Ponta Delgada, com 141 participantes (90 concorrentes e 51 jurados) em 21 profissões — pela primeira vez com todas as escolas profissionais da região.
O Azores Skills 2026 — o 26.º Campeonato Regional das Profissões — reúne, pela primeira vez, participantes de todas as escolas profissionais da região, noticia o Jornal Açores 9. De 2 a 6 de novembro de 2026, no Centro de Qualificação dos Açores, em Ponta Delgada, junta 141 pessoas (90 concorrentes e 51 jurados) em 21 profissões de 19 áreas profissionais — a maior participação de sempre. Organizado pela secretaria regional da juventude, habitação e emprego, o evento é a fase de apuramento regional para o 47.º Campeonato Nacional das Profissões (WorldSkills Portugal), que decorre em Aveiro em fevereiro de 2027.
Dois sismos de magnitude 4,3 e 4,0 foram sentidos em São Miguel com cinco minutos de intervalo na manhã de 29 de outubro — os mais recentes de uma série de cerca de cem abalos desde o sismo de 5,2 de 20 de outubro. Sem feridos nem danos.
Na manhã de 29 de outubro de 2026, o CIVISA registou dois sismos ao largo da costa oeste de São Miguel com cinco minutos de intervalo: um de magnitude 4,3 às 06:54 (epicentro a cerca de 37 km a oeste dos Ginetes, sentido com intensidade IV em Ponta Delgada e na Ribeira Grande) e outro de magnitude 4,0 às 06:59 (a cerca de 41 km a oeste dos Ginetes), noticia o Jornal Açores 9. Não houve registo de feridos nem de danos. Os abalos são os mais recentes de uma série sísmica que começou com o sismo de 5,2 de 20 de outubro e que já provocou perto de cem abalos, incluindo um 4,3 sentido a 22 de outubro. As autoridades continuam a monitorizar a atividade.
Como Capital Portuguesa da Cultura 2026 (PDL26), sob o mote 'O Lugar do Amanhã', Ponta Delgada tem um novembro preenchido — de sinfonias de Beethoven e da digressão coral MusicAzores'26 a caminhadas, oficinas e exposições por toda a cidade.
Ponta Delgada é, em 2026, Capital Portuguesa da Cultura (PDL26), sob o mote 'O Lugar do Amanhã', e o programa de novembro está cheio de eventos pela cidade e não só. Entre os destaques estão a 3.ª Sinfonia de Beethoven na Madalena (6 nov) e a 7.ª na Horta (8 nov), o projeto coral 'Cantando Admont', do MusicAzores'26, em digressão por São Miguel, Santa Maria e Terceira (5–11 nov), o ciclo de cinema 'Cine Mistérios' na Floresta Cultural (7–14 nov), além de conversas, masterclasses, caminhadas guiadas e exposições como 'O Jardim e o Céu' na Universidade dos Açores (a partir de 13 nov). O programa completo está no site do PDL26.
Dois sismos de magnitude 4,3 e 4,0 foram sentidos em São Miguel com cinco minutos de intervalo na manhã de 29 de outubro — os mais recentes de uma série de cerca de cem abalos desde o sismo de 5,2 de 20 de outubro. Sem feridos nem danos.
Na manhã de 29 de outubro de 2026, o CIVISA registou dois sismos ao largo da costa oeste de São Miguel com cinco minutos de intervalo: um de magnitude 4,3 às 06:54 (epicentro a cerca de 37 km a oeste dos Ginetes, sentido com intensidade IV em Ponta Delgada e na Ribeira Grande) e outro de magnitude 4,0 às 06:59 (a cerca de 41 km a oeste dos Ginetes), noticia o Jornal Açores 9. Não houve registo de feridos nem de danos. Os abalos são os mais recentes de uma série sísmica que começou com o sismo de 5,2 de 20 de outubro e que já provocou perto de cem abalos, incluindo um 4,3 sentido a 22 de outubro. As autoridades continuam a monitorizar a atividade.
A greve do handling da SATA continua em janelas diárias à tarde (16:00–19:00) até 3 de novembro, com possíveis atrasos ou cancelamentos no check-in, na bagagem e no embarque.
A greve do handling dos sindicatos SITAVA e SINTAC — contra a venda prevista de 100% da SATA Handling — prolonga-se pelo início de novembro: depois das janelas da manhã no final de outubro, passa para janelas da tarde, das 16:00 às 19:00 (hora dos Açores), de 28 de outubro a 3 de novembro, segundo o pixidia. Como a SATA Handling assegura o check-in, a bagagem e o embarque, alguns voos podem sofrer atrasos ou cancelamentos, embora os voos de serviços mínimos tenham de operar e a SATA afirme que os voos programados funcionaram na sua maioria. A SATA permite alterações de data gratuitas (sem penalização nem diferença de tarifa) para voos entre 18 de outubro e 10 de novembro, desde que a nova data fique fora da greve; em caso de cancelamento, os direitos dos passageiros na UE dão reembolso ou reencaminhamento e assistência. Foi noticiado um pré-aviso de horas extraordinárias para 6 de novembro a 31 de dezembro, mas sem outra confirmação.
A 29 de outubro, o Conselho do Governo aprovou uma redução de cinco cêntimos por litro no ISP da gasolina e do gasóleo, invocando a subida dos preços internacionais dos combustíveis. Prevê abdicar de cerca de 580 000 € por mês de receita.
O Conselho do Governo dos Açores aprovou, a 29 de outubro de 2026, uma redução de cinco cêntimos por litro no ISP (imposto sobre os combustíveis) da gasolina e do gasóleo, noticia o Jornal Açores 9. O valor de referência desce de 590 € para 540 € por 1 000 litros na gasolina e de 400 € para 350 € no gasóleo. O Governo estima abdicar de cerca de 580 000 € por mês de receita, valor de que diz estar disposto a prescindir para aliviar os custos da mobilidade, dos transportes e da atividade produtiva, face à subida dos preços internacionais dos combustíveis. Enquadra a medida como a continuação de medidas anteriores para proteger famílias e empresas dos custos de energia mais altos e salvaguardar o poder de compra e a competitividade.
O 26.º campeonato regional das profissões, Azores Skills, decorre de 2 a 6 de novembro em Ponta Delgada, com 141 participantes (90 concorrentes e 51 jurados) em 21 profissões — pela primeira vez com todas as escolas profissionais da região.
O Azores Skills 2026 — o 26.º Campeonato Regional das Profissões — reúne, pela primeira vez, participantes de todas as escolas profissionais da região, noticia o Jornal Açores 9. De 2 a 6 de novembro de 2026, no Centro de Qualificação dos Açores, em Ponta Delgada, junta 141 pessoas (90 concorrentes e 51 jurados) em 21 profissões de 19 áreas profissionais — a maior participação de sempre. Organizado pela secretaria regional da juventude, habitação e emprego, o evento é a fase de apuramento regional para o 47.º Campeonato Nacional das Profissões (WorldSkills Portugal), que decorre em Aveiro em fevereiro de 2027.
Como Capital Portuguesa da Cultura 2026 (PDL26), sob o mote 'O Lugar do Amanhã', Ponta Delgada tem um novembro preenchido — de sinfonias de Beethoven e da digressão coral MusicAzores'26 a caminhadas, oficinas e exposições por toda a cidade.
Ponta Delgada é, em 2026, Capital Portuguesa da Cultura (PDL26), sob o mote 'O Lugar do Amanhã', e o programa de novembro está cheio de eventos pela cidade e não só. Entre os destaques estão a 3.ª Sinfonia de Beethoven na Madalena (6 nov) e a 7.ª na Horta (8 nov), o projeto coral 'Cantando Admont', do MusicAzores'26, em digressão por São Miguel, Santa Maria e Terceira (5–11 nov), o ciclo de cinema 'Cine Mistérios' na Floresta Cultural (7–14 nov), além de conversas, masterclasses, caminhadas guiadas e exposições como 'O Jardim e o Céu' na Universidade dos Açores (a partir de 13 nov). O programa completo está no site do PDL26.
Os passageiros desembarcados por via marítima subiram 2,1% em setembro, em termos homólogos (cerca de 58 000–59 000 desembarques), mas de janeiro a setembro ficaram 4,1% abaixo de 2025. Pico e Faial foram as ilhas com mais movimento.
O número de passageiros desembarcados por via marítima nos Açores subiu 2,1% em setembro de 2026, face a setembro de 2025, segundo o Serviço Regional de Estatística (SREA) citado pelo Jornal Açores 9, com o Pico (cerca de 26 300) e o Faial (cerca de 24 900) como as ilhas de maior movimento e São Jorge a crescer 9,2%. Ainda assim, de janeiro a setembro o total de cerca de 462 000 desembarques ficou 4,1% abaixo do mesmo período de 2025, mantendo uma sequência de quedas homólogas na maioria dos meses. Na época baixa, a Atlânticoline opera dentro do Triângulo (Pico, Faial, São Jorge) e entre Flores e Corvo, juntando-se Terceira e Graciosa de junho a setembro; o serviço sazonal de navio grande que ligava a maioria das ilhas está suspenso desde 2020. Uma ligação privada Santa Maria–São Miguel regressou neste verão, num navio pequeno.
A maior obra pública em curso na região — a reconstrução do porto das Lajes das Flores, destruído pelo furacão Lorenzo em 2019 — chegou aos 42,7 milhões de euros gastos, de um total previsto de 191,5 milhões, com conclusão apontada para abril de 2030.
O Governo dos Açores informa que, até meados de 2026, foram gastos cerca de 42,7 milhões de euros no novo porto das Lajes das Flores, a que chama a maior obra pública em curso na região, segundo o Jornal Açores 9. O porto original foi destruído pelo furacão Lorenzo em outubro de 2019 e novamente danificado pela tempestade Efraín em dezembro de 2022. A empreitada — adjudicada em abril de 2025, com prazo de 60 meses — vai prolongar o quebra-mar em 95 metros, construir um novo cais de 170 × 40 m, dragar até aos −9 m e acrescentar um edifício de apoio às operações portuárias. O investimento total está estimado em cerca de 191,5 milhões de euros, financiado sobretudo pelo Fundo de Coesão da UE, com conclusão prevista para abril de 2030.
Invocando a forte procura (90% de ocupação em Ponta Delgada–Porto), a Azores Airlines aumenta as frequências para o Porto: São Miguel de 13 para 15 voos semanais e Terceira de 3 para 4, a partir do inverno 2026/27 e até ao verão de 2027.
A Azores Airlines, do grupo SATA, vai reforçar os voos Porto–Açores para a temporada IATA de inverno 2026/27 e o verão de 2027, invocando a forte procura nas rotas do verão de 2026, noticia o The Portugal News. Ponta Delgada–Porto teve uma ocupação média de 90% e as rotas da Terceira cerca de 80%. Em São Miguel, os voos semanais Ponta Delgada–Porto sobem de 13 para 15 (capacidade a crescer cerca de 10–15%), enquanto a ligação do Porto à Terceira passa de três para quatro voos por semana, aumentando a oferta de lugares no inverno em cerca de 26%. No total, o programa de inverno 2026/27 e verão 2027 é cerca de 3% maior do que há um ano.
Os trabalhadores das instituições sociais (IPSS) e Misericórdias dos Açores fizeram greve a 27–28 de outubro por um aumento de 52,50 €, subsídios e menos horas de trabalho — os sindicatos avisam que o subsídio de Natal de 2026 está em risco.
Os trabalhadores das instituições particulares de solidariedade social (IPSS) e das Santas Casas da Misericórdia dos Açores fizeram greve a 27 e 28 de outubro de 2026, convocada pelos sindicatos SINDESCOM e SINTAP/Açores, noticia o Jornal Açores 9. As reivindicações incluem um aumento salarial de 52,50 € para 2026, a atualização do subsídio de alimentação e das diuturnidades, a redução gradual da semana de trabalho de 39 para 35 horas e a equiparação salarial dos técnicos superiores à administração pública (uma diferença que os sindicatos apontam em 400–500 € por mês). Os sindicatos dizem que as entidades patronais não negoceiam enquanto não estiver concluído um estudo sobre o custo real dos serviços sociais, e que o financiamento nacional para 2026 ainda não foi transferido — alertando que são precisos cerca de 4 milhões de euros e que o subsídio de Natal do ano está em risco.
Um sismo de magnitude 5,2 a 20 de outubro foi sentido em São Miguel e Terceira sem feridos nem danos, seguido de cerca de uma centena de réplicas e de um forte abalo de 4,3 no dia 22.
Um sismo de magnitude 5,2 foi sentido em São Miguel e Terceira a 20 de outubro de 2026, sem vítimas nem danos materiais, informou o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores, segundo o Jornal Açores 9. O centro de vigilância CIVISA registou perto de uma centena de réplicas nos dias seguintes, incluindo um abalo de magnitude 4,3 bem sentido a 22 de outubro. As autoridades disseram acompanhar a situação de forma contínua e recordaram a atividade sísmica do arquipélago e os cuidados básicos em caso de sismo.
A greve no handling iniciada a 21 de outubro causou “alguns constrangimentos” à operação da SATA, com check-in, bagagem e embarque entre os serviços em risco até 3 de novembro.
A SATA registou “alguns constrangimentos” na sua operação com o início da greve do handling dos sindicatos SITAVA e SINTAC a 21 de outubro de 2026, noticiou o Jornal Açores 9. A paralisação — contra o plano do governo de vender 100% da SATA Handling — decorre em períodos diários até 3 de novembro e pode afetar check-in, bagagem e embarque. A SATA ativou um plano de contingência e permitiu alterar datas sem custos; aconselha-se confirmar o estado do voo antes de ir para o aeroporto.
O governo regional disse que a falta de ‘slots’ de aterragem e descolagem no aeroporto de Lisboa limita o reforço de voos para os Açores, mesmo enquanto tenta atrair companhias.
O governo dos Açores afirmou que a falta de ‘slots’ no aeroporto de Lisboa condiciona os esforços para reforçar as ligações aéreas à região, segundo o Jornal Açores 9. O executivo apontou a capacidade do congestionado aeroporto do continente como um obstáculo central ao aumento de frequências, a par do esforço mais amplo — através do novo Fundo de Desenvolvimento de Rotas — para atrair companhias após a saída da Ryanair. A oposição continua a exigir resultados concretos e mais rápidos na conectividade.
O desemprego registado nos Açores recuou 6,9% em setembro face ao ano anterior, mantendo a tendência de quedas anuais num mercado de trabalho apertado.
O desemprego registado nos Açores recuou 6,9% em setembro de 2026 face ao mesmo mês do ano anterior, noticiou o Jornal Açores 9, citando dados oficiais. A descida homóloga manteve a tendência recente de queda do desemprego na região, que as autoridades associam à confiança das empresas e aos programas públicos de emprego. Os dados dizem respeito às pessoas inscritas nos centros de emprego da região.
A hora de inverno chega na madrugada de domingo, 25 de outubro: os relógios atrasam uma hora, com os Açores a regressar a UTC−1 e o anoitecer mais cedo.
Os relógios em Portugal, incluindo os Açores, atrasam uma hora na madrugada de domingo, 25 de outubro de 2026, com o fim da hora de verão e o início da hora de inverno, segundo o Jornal Açores 9. Nos Açores os relógios passam da 01:00 para as 00:00, dando mais uma hora de sono mas com o anoitecer mais cedo. As ilhas mantêm o habitual desfasamento de uma hora face ao continente (UTC−1 no inverno).
A Unidade de Saúde do Pico passou a contar com dois novos médicos de família, facilitando o acesso aos cuidados de saúde primários na ilha.
A Unidade de Saúde do Pico passou a contar com dois novos médicos de família, noticiou o Jornal Açores 9, melhorando o acesso dos residentes aos cuidados de saúde primários na ilha do grupo central. Recrutar e manter médicos de família tem sido um desafio persistente nas ilhas mais pequenas dos Açores, e o reforço foi apresentado como um passo para cuidados de saúde locais mais estáveis.
O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa participou num colóquio que assinala os 50 anos da autonomia política dos Açores, uma efeméride que atravessa o calendário deste ano.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, participou num colóquio sobre o 50.º aniversário da autonomia política dos Açores, noticiou o Jornal Açores 9. A efeméride tem sido um fio condutor do programa institucional e cultural de 2026 em todas as ilhas. O evento reuniu figuras políticas e académicas para refletir sobre cinco décadas de autogoverno regional e o que se segue.
Os sindicatos do handling convocaram uma greve de 21 de outubro a 3 de novembro contra a venda de 100% da SATA Handling, com paralisações diárias que podem afetar os voos.
Os sindicatos SITAVA e SINTAC anunciaram uma greve na SATA Handling de 21 de outubro a 3 de novembro, em protesto contra o plano do Governo dos Açores de vender 100% da assistência em escala a um operador privado — que consideram parte do serviço público de transporte aéreo essencial da região, noticiou o Jornal Açores 9. As paralisações são diárias em janelas definidas — de 21 a 27 de outubro das 07:30 às 10:30, e de 28 de outubro a 3 de novembro das 16:00 às 19:00 (hora dos Açores) — e abrangem todos os trabalhadores da SATA Handling. O check-in, as bagagens e o embarque podem ser afetados, pelo que os passageiros devem confirmar o estado do voo antes de ir para o aeroporto.
Os passageiros desembarcados nos aeroportos dos Açores caíram 5,6% em setembro face a 2025 — nono mês seguido de queda — com as ligações ao continente a recuar mais desde a saída da Ryanair.
O número de passageiros desembarcados nos aeroportos dos Açores caiu pelo nono mês consecutivo em setembro, menos 5,6% face ao ano anterior, para 233.650 (menos 13.812 do que em setembro de 2025), segundo dados do SREA citados pelo Jornal Açores 9. As ligações ao continente e à Madeira recuaram mais (−12,4%), enquanto o tráfego interilhas se manteve praticamente estável (+0,4%); de janeiro a setembro desembarcaram cerca de 1,8 milhões de passageiros, menos 7,1% do que há um ano. O jornal associa a quebra ao fim das operações da Ryanair nos Açores no final de março, ficando as ligações ao continente a cargo da TAP e da Azores Airlines; por ilha, só Flores, Graciosa, Pico e Faial cresceram, enquanto São Miguel (−8,5%) e Corvo (−13,3%) caíram.
A região abriu um pomar experimental na Atalhada, no Nordeste, com cerca de 2.000 plantas endémicas para produzir sementes e restaurar a floresta nativa açoriana.
O Governo dos Açores está a reforçar a produção de sementes e plantas nativas através de um pomar experimental na Atalhada, no Nordeste de São Miguel, com cerca de 2.168 plantas endémicas e nativas, noticiou o Jornal Açores 9. A plantação inclui azevinho (Ilex azorica), cedro-do-mato (Juniperus brevifolia) e louro (Laurus azorica), e destina-se a conservar e propagar espécies nativas e a fornecer sementes e plantas para a futura restauração da floresta — recolher sementes na natureza é difícil porque muitos locais são de difícil acesso e os animais comem as flores e os frutos. O secretário da Agricultura, António Ventura, que visitou o local, descreveu-o como uma aposta na preservação da floresta açoriana.
Os professores dos Açores que corrigiram exames nacionais ainda não receberam o suplemento já pago aos colegas do continente, motivando uma queixa do sindicato e perguntas no parlamento.
Os professores dos Açores que corrigiram exames nacionais não receberam um suplemento que os docentes do continente já receberam — 1 euro por item corrigido digitalmente —, denunciou o Sindicato dos Professores da Região Açores (SPRA) a 6 de outubro, noticiou o Jornal Açores 9. A 9 de outubro, o único deputado do BE/Açores, António Lima, apresentou perguntas ao Governo Regional sobre quantos professores estão afetados, o que causou o atraso, quem é responsável pelo processamento e quando será feito o pagamento. Os afetados são os professores açorianos que participaram na correção dos exames nacionais.
Num debate nas Lajes das Flores, o PS defendeu melhores ligações aéreas e marítimas à ilha, ligando o despovoamento e as dificuldades agrícolas aos transportes pouco fiáveis.
Num debate parlamentar nas Lajes das Flores, o PS/Açores defendeu que melhores ligações aéreas e marítimas são centrais para o futuro da ilha, apontando o despovoamento, o envelhecimento e a dificuldade em fixar jovens qualificados, noticiou o Jornal Açores 9. O deputado José Eduardo apontou ainda dificuldades na agricultura — agricultores envelhecidos, menos explorações, problemas de escoamento e um calendário imprevisível do navio de carga — e pediu mais habitação, investimento nas escolas, mais profissionais de saúde e diversificação turística, como o turismo científico e o trabalho remoto. É uma posição partidária e não uma decisão do Governo, sem rotas, horários ou prazos concretos anunciados.
O IPMA prolongou o aviso amarelo de chuva forte e possível trovoada no grupo oriental até à noite de 3–4 de outubro, após deslizamentos e estradas cortadas em Santa Maria.
O IPMA prolongou o aviso amarelo de chuva forte — por vezes intensa e possivelmente com trovoada — no grupo oriental (São Miguel e Santa Maria), passando das 18:00 para a meia-noite de 3–4 de outubro, noticiou o Jornal Açores 9. Em Santa Maria a chuva provocou deslizamentos de terras, estradas cortadas e ribeiras transbordadas, sem feridos nem desalojados segundo a autarca de Vila do Porto, e alguns voos foram cancelados ou atrasados. Aconselhou-se os residentes a evitar estradas e zonas ribeirinhas sujeitas a cheias e a confirmar os voos antes de viajar.
O IPMA colocou as nove ilhas sob aviso laranja devido a chuva forte e trovoada, com os restos da depressão pós-tropical Hanna a atravessar o arquipélago a 2–3 de outubro.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) subiu o aviso para laranja — o segundo nível mais grave — devido a chuva forte e trovoada em todas as nove ilhas, provocadas pelos restos da depressão pós-tropical Hanna, segundo o Jornal Açores 9. Os grupos ocidental e central estiveram abrangidos até ao meio da tarde de 2 de outubro, e o grupo oriental (Santa Maria e São Miguel) até à meia-noite de 3 de outubro, com chuva por vezes intensa e risco de trovoada. Aconselhou-se os residentes a fixar objetos soltos, evitar estradas e zonas ribeirinhas sujeitas a cheias e confirmar voos e ferries antes de viajar.
A anteproposta de Orçamento dos Açores para 2027 prevê um défice de 112 ME e o abrandamento do crescimento do PIB para 1,7%, após onze meses seguidos de queda nas dormidas.
O Governo dos Açores apresentou a 2 de outubro a anteproposta de Orçamento para 2027, prevendo um défice de 112 ME e um crescimento do PIB a abrandar para 1,7% (face a 1,8% esperados em 2026), com o desemprego a subir para 5,4%, noticiou o Jornal Açores 9. Entre as principais verbas estão 131 ME para a agricultura, 21 ME para construção e reabilitação de habitação e 17,2 ME para a promoção turística, face a uma receita fiscal prevista de cerca de 1046 ME. O Governo associou a prudência a onze meses consecutivos de quebra nas dormidas; o plano segue para debate e votação na Assembleia Regional, no Faial, em novembro.
O Governo destinou 2,8 ME à Visit Azores para promover as ilhas no inverno e nos mercados nacionais, com mais de 30 ações até ao fim do ano, à medida que o turismo arrefece.
Um despacho governamental publicado a 2 de outubro atribuiu 2,8 ME à associação Visit Azores para a promoção do destino, com foco na época de inverno e nos mercados nacionais para combater a sazonalidade, segundo o Jornal Açores 9. Estão previstas mais de 30 ações de promoção com jornalistas, operadores turísticos e criadores de conteúdos de mercados nacionais e internacionais até ao fim de 2026. A secretária regional do Turismo, Berta Cabral, apresentou a estratégia no Dia Mundial do Turismo, na Graciosa, a 28 de setembro; a Câmara do Comércio de Ponta Delgada defende que a Visit Azores precisa de pelo menos 15 ME por ano para um plano estável e plurianual.
O novo navio de investigação de 35 ME, capaz de operar até 5000 m com um ROV, foi batizado na Horta pela oceanógrafa Sylvia Earle — e o Governo procura agora parceiros para partilhar o custo de 18 000 € por dia.
O novo navio de investigação 'Azores Ocean', com 46 metros e construído em Espanha ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência por cerca de 35 ME, foi batizado a 2 de outubro na Horta pela oceanógrafa Sylvia Earle, com a presença do presidente José Manuel Bolieiro, segundo o Jornal Açores 9. O navio dispõe de um ROV capaz de operar até 5000 metros, além de sonar, batimetria e sistemas de monitorização ambiental, e será operado com a Marinha Portuguesa e os institutos Okeanos e IMAR, com apoio logístico da Atlânticoline. Com custos de operação na ordem dos 18 000 € por dia, o Governo Regional procura parceiros para partilhar a despesa e manter o navio no mar de forma sustentável.
O 26.º Angrajazz, festival internacional de jazz, abre a 2 de outubro em Angra do Heroísmo, na Terceira, com destaque para o SFJazz Collective, Leïla Olivesi e Tyreek McDole.
O festival internacional de jazz de Angra do Heroísmo, o Angrajazz, regressa para a sua 26.ª edição de 2 a 4 de outubro no Centro Cultural e de Congressos da cidade, noticiou o Açoriano Oriental. O cartaz é encabeçado pelo SFJazz Collective, de São Francisco, a par da pianista francesa Leïla Olivesi e do vocalista em ascensão Tyreek McDole, além da big band do próprio festival. Um dos principais eventos culturais do arquipélago, o Angrajazz atrai todos os outonos músicos e público de várias ilhas e do continente.
Trabalhadores das Misericórdias e instituições de solidariedade social dos Açores fazem greve a 27–28 de outubro por salários e uma semana mais curta, afetando muitos serviços de apoio do dia a dia.
Os sindicatos SINDESCOM e SINTAP/Açores convocaram uma greve para 27–28 de outubro nas instituições particulares de solidariedade social (IPSS) e nas Santas Casas da Misericórdia das ilhas, noticiou o Jornal Açores 9. As reivindicações incluem um aumento salarial de 52,50 € para 2026, a atualização do subsídio de refeição e do prémio de antiguidade, paridade salarial para técnicos superiores e a redução gradual da semana de trabalho de 39 para 35 horas. As negociações estão paradas à espera de um estudo de custos pedido pelo Governo, e os sindicatos dizem que a paciência dos trabalhadores se esgotou — a paralisação deverá afetar serviços de creche, apoio domiciliário e lares de que muitas famílias dependem.
Os sindicatos do handling anunciaram vários períodos de greve na SATA e foram decretados serviços mínimos nos voos dos Açores e Madeira na greve da função pública de 30 de setembro; a SATA criou um plano de contingência com alterações grátis.
Os sindicatos que representam os trabalhadores do handling da SATA anunciaram vários períodos de greve, com risco de perturbações no check-in, bagagem e embarque, noticiou o Jornal Açores 9. Em paralelo, foram decretados serviços mínimos nos voos dos Açores e da Madeira durante a greve nacional da administração pública a 30 de setembro. A SATA divulgou um plano de contingência e permitiu alterar datas de viagem sem custos para minimizar o impacto. Aconselhou-se os passageiros a confirmar o estado do voo diretamente com a companhia antes de ir para o aeroporto.
O IPMA colocou as nove ilhas sob aviso amarelo devido a chuva forte e trovoada, de domingo à noite até segunda-feira, com a passagem de uma frente atlântica pelo arquipélago.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou as nove ilhas dos Açores sob aviso amarelo devido a chuva forte e trovoada, com a passagem de um sistema frontal atlântico pelo arquipélago, segundo o Jornal Açores 9. O aviso vigorou em períodos escalonados: o grupo ocidental (Flores e Corvo) das 18h00 de domingo às 06h00 de segunda-feira, o grupo central (Faial, Graciosa, Pico, São Jorge e Terceira) das 21h00 de domingo até ao meio-dia de segunda-feira, e o grupo oriental (São Miguel e Santa Maria) das 03h00 às 15h00 de segunda-feira.
O Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros indicou que a frente traria um agravamento gradual das condições em todas as ilhas, com vento moderado a reforçar, temperaturas entre 16 e 26 °C e mar agitado.
A gasolina e o gasóleo voltaram a subir a 1 de outubro para novos máximos nos Açores — a gasolina para 1,924 € e o gasóleo para 1,939 € por litro.
Os preços dos combustíveis nos Açores voltaram a subir a 1 de outubro de 2026 para novos máximos históricos, segundo o Jornal Açores 9. A gasolina sem chumbo 95 chegou a 1,924 € por litro e o gasóleo rodoviário a 1,939 € por litro — subidas de cerca de 7 e 5 cêntimos, respetivamente, face aos preços de setembro, e os valores mais altos alguma vez registados na região.
O jornal destacou a forte subida ao longo do ano: desde janeiro, a gasolina aumentou cerca de 30 cêntimos (de 1,620 €) e o gasóleo cerca de 46 cêntimos (de 1,474 €), ganhos de aproximadamente 19% e 32%. Os preços dos combustíveis nos Açores são revistos no primeiro dia de cada mês, de acordo com a evolução dos mercados internacionais.
O governo negou as acusações da oposição de que teria falhado a avaliação do TVDE exigida por lei, afirmando que não houve operadores registados até 2025.
O governo regional rejeitou as acusações da oposição de que teria falhado a entrega de uma avaliação exigida por lei sobre os serviços de transporte em veículo descaracterizado (TVDE, as plataformas semelhantes à Uber e à Bolt), segundo o Jornal Açores 9. O Partido Socialista afirmou que a lei portuguesa exige uma avaliação três anos após o início da atividade e que, estando o TVDE autorizado desde 2022, o relatório era devido em 2025.
O governo respondeu que não houve operadores de TVDE registados em 2022, 2023 ou 2024 e que os primeiros registos só ocorreram em 2025 — pelo que não havia atividade a avaliar no período referido. Afirmou que a avaliação será feita quando existir operação relevante a reportar e classificou a acusação como política.
A associação de municípios açorianos pediu ao governo regional que financie metade dos custos de habitação do PRR não cobertos por Lisboa e que pague transferências de IVA turístico em atraso.
A Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores (AMRAA) pediu ao governo regional que financie metade dos custos de investimento em habitação ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) da UE que não são cobertos pelo governo nacional, segundo o Jornal Açores 9. O seu presidente, Carlos Ferreira, defendeu um protocolo que estabeleça critérios de apoio claros, considerando esse apoio fundamental para responder às necessidades de habitação da região.
A associação pressionou também o governo a transferir cerca de 1,25 milhões de euros por ano em receita de IVA turístico devida aos municípios: os pagamentos de 2020–2022 já foram feitos e 2023 está orçamentado para 2026, esperando-se a parcela de 2024 no orçamento de 2027. O orçamento regional para 2027 deverá ser debatido na Assembleia Legislativa em novembro.
O cinema independente chegou ao Arquipélago, na Ribeira Grande, de 25 a 27 de setembro, com sessões e uma oficina para famílias, no âmbito do ano de Ponta Delgada como Capital da Cultura.
O IndieLisboa levou cinema independente aos Açores de 25 a 27 de setembro de 2026, no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, na Ribeira Grande, São Miguel, no âmbito do ano de Ponta Delgada como Capital Portuguesa da Cultura, segundo o Jornal Açores 9. A programação incluiu cinco sessões e uma oficina criativa ao longo de três dias, com sessões para escolas, famílias e público em geral.
O alinhamento incluiu curtas-metragens e o documentário "PARA VIVIR — El implacable tiempo", sobre o músico cubano Pablo Milanés, a par de uma oficina de dança e criação para famílias, "É Grande a Luz." As sessões de sábado começaram às 18h00 e as de domingo às 16h00, com conteúdos para famílias adequados a crianças a partir dos três anos.
Os socialistas acusaram o governo regional de ter falhado o prazo legal para aprovar as novas regras do sistema elétrico, que abrangem renováveis, armazenamento e redes inteligentes.
O Partido Socialista (PS/Açores) acusou o governo regional de ter falhado o prazo legal para pôr em vigor o novo sistema elétrico da região, segundo o Jornal Açores 9. Russell Sousa, do PS, afirmou que o prazo máximo fixado na lei terminou a 20 de julho de 2026 e que a legislação aprovada não pode funcionar sem a publicação da regulamentação que a acompanha.
Sousa disse que o novo enquadramento abrange a produção e o armazenamento de energia, as comunidades de energia renovável, as redes inteligentes e a produção distribuída, e que os regulamentos de execução são indispensáveis para aplicar na prática as medidas de transição energética. O partido defendeu que aprovar a lei não é, por si só, suficiente.
A SATA convidou seis das oito partes interessadas a apresentar propostas não vinculativas, até 21 de setembro, por pelo menos 75% da Azores Airlines.
A SATA convidou seis entidades a apresentar propostas não vinculativas para a privatização da Azores Airlines, com um prazo até 21 de setembro de 2026, segundo o Observador (Lusa). As seis foram selecionadas, após análise de documentos, de entre as oito partes que tinham manifestado interesse.
O processo envolve a venda de pelo menos 75% da empresa, protegendo o emprego durante 30 meses, e decorre através de qualificação, propostas não vinculativas, propostas vinculativas e possíveis negociações finais. Os critérios de seleção incluem o preço de compra, os compromissos de reforço financeiro da companhia aérea, a clareza jurídica, as proteções laborais e a estabilidade acionista.
O Chega pediu uma correção imediata do novo contrato de transportes públicos de São Miguel, apontando autocarros atrasados, horários impraticáveis e sobrelotação desde o arranque a 1 de setembro.
O Chega/Açores apelou ao governo regional para fazer uma "correção imediata" aos termos da nova concessão de transporte rodoviário público de São Miguel, operada pela Vale do Ave desde 1 de setembro, segundo o Açoriano Oriental. O líder do partido, José Pacheco, enumerou problemas relatados pelos utentes, incluindo autocarros que chegam atrasados ou adiantados, veículos mais antigos sem ar condicionado, horários e percursos que não podem ser cumpridos, serviços apenas com lugares em pé e dificuldades dos passageiros idosos em obter passes. Citou um autocarro que chegou a Ponta Delgada cerca de duas horas depois do previsto.
A secretária regional Berta Cabral defendeu a concessão, apontando um investimento de 44 milhões de euros ao longo de 15 anos, novas ligações expresso, maior conforto e acessibilidade e uma zona tarifária única em Ponta Delgada, referiu a notícia. O governo afirmou que o modelo coloca "o cidadão no centro da mobilidade".
O presidente do governo regional, Bolieiro, afirmou que os Açores estão "de braços abertos" aos emigrantes que regressam, destacando o acesso à saúde, a segurança social e o investimento no turismo, no imobiliário e na tecnologia.
O presidente do governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, afirmou que o arquipélago está "de braços abertos" aos membros da diáspora que desejem regressar, segundo o Açoriano Oriental. Fez as declarações em Vaughan, Ontário, num evento que assinalou os 20 anos das celebrações do Santo Cristo dos Milagres em Brampton, no Canadá.
Bolieiro disse que o governo regional oferece aos que regressam o acesso ao sistema regional de saúde e à segurança social, e destacou oportunidades no turismo, no imobiliário, na economia azul, na economia digital e na tecnologia, e nos clusters do mar e do espaço, noticiou o jornal. Apontou possibilidades para os emigrantes reformados e para os membros da diáspora interessados em comprar imóveis ou investir, descrevendo os Açores como "um laboratório do futuro".
A câmara de comércio de Ponta Delgada pediu à Autoridade da Concorrência que examine as tarifas aéreas entre o continente e os Açores, apontando viagens de ida e volta acima dos 500 euros após a saída da Ryanair.
A Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD) pediu à Autoridade da Concorrência (AdC) que examine as condições de concorrência nas rotas aéreas entre o continente e os Açores, segundo o Açoriano Oriental. A câmara afirmou que as classes tarifárias mais baixas estão muitas vezes indisponíveis mesmo com reserva feita com bastante antecedência, com os preços concentrados em níveis mais elevados, e observou que, após a saída da Ryanair, apenas a Azores Airlines e a TAP operam as rotas ao abrigo de um acordo de code-share.
A câmara citou viagens de ida e volta Lisboa–Ponta Delgada superiores a 500 euros em vários períodos, disse que tarifas comparáveis Lisboa–Funchal eram cerca de metade, e observou que Praia (Cabo Verde)–Ponta Delgada custava cerca de 218 euros, referiu a notícia. A CCIPD solicitou um "escrutínio efetivo das condições de concorrência e da gestão de capacidade" para restabelecer condições concorrenciais nas rotas.
O Bloco de Esquerda alertou para a degradação dos edifícios escolares e para a falta de pessoal nos Açores no início do ano letivo, após visitar uma escola na Lagoa.
O Bloco de Esquerda (BE) alertou para a degradação dos edifícios escolares e para a falta de pessoal nos Açores no início do ano letivo, segundo o Jornal Açores 9. O deputado António Lima visitou a Escola Básica Integrada (EBI) da Lagoa, em São Miguel, onde descreveu portas que já não abrem, cimento a desfazer-se, ferro exposto e infiltrações de água quando chove.
Lima disse que faltavam quatro educadoras de infância, obrigando a escola a mandar as crianças para casa à hora de almoço, e apontou a falta de assistentes operacionais e de pessoal de apoio à educação especial, referiu a notícia. Disse também que o parlamento tinha rejeitado incentivos de deslocação para os professores, tornando as colocações nos Açores menos atrativas do que no continente. O BE pediu que a construção do novo edifício escolar, já projetado, comece prontamente.
O governo regional aprovou cerca de 6,5 milhões de euros até 2028 para compensar os pescadores comerciais pelos rendimentos perdidos com o novo Parque Marinho dos Açores.
O governo regional dos Açores aprovou um pacote de compensação num total de cerca de 6,54 milhões de euros, a pagar até 2028, para os pescadores comerciais afetados pelo Parque Marinho dos Açores (PMA), segundo o Jornal Açores 9. O apoio destina-se aos proprietários e operadores de embarcações comerciais que trabalham em áreas abrangidas pelo novo parque marinho.
A notícia referiu que a coligação no governo (PSD/CDS-PP/PPM) descreveu a medida como parte de um investimento estratégico de longo prazo com benefícios ambientais, sociais e económicos, reconhecendo ao mesmo tempo que os pescadores precisam de um período de adaptação. A mesma reunião do conselho do governo aprovou também cerca de 3 milhões de euros em apoios à agricultura, juntamente com financiamento para iniciativas universitárias e de investigação, noticiou o jornal.
A associação de construção dos Açores pediu uma transição suave para uma nova fase de investimento com o fim do plano de recuperação da UE, apontando a escassez de habitação e as necessidades de infraestruturas.
A Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas dos Açores (AICOPA) apelou a uma nova fase de investimento na região com o fim do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) da UE, a 31 de agosto, segundo o Jornal Açores 9. A presidente Alexandra Bragança disse que o desafio é assegurar "uma transição sem interrupções" e alertou contra um corte abrupto no financiamento.
A associação descreveu o PRR como um ciclo de investimento extraordinário e identificou necessidades regionais persistentes, incluindo a escassez de habitação, os transportes, as infraestruturas de água e energia e a modernização dos equipamentos públicos, referiu a notícia. Bragança alertou contra reduções acentuadas no orçamento regional de 2027 e pediu uma estratégia clara e fontes de financiamento alternativas para dar estabilidade e previsibilidade ao setor. O orçamento deverá ser debatido em novembro.
A SATA Holding disse ter recebido oito manifestações de interesse na privatização de pelo menos 75% da Azores Airlines, com propostas não vinculativas a apresentar até 21 de setembro.
A SATA Holding disse ter recebido oito manifestações de interesse na privatização de pelo menos 75% do capital da SATA Internacional – Azores Airlines, segundo o Açoriano Oriental. O prazo para as candidaturas terminou a 6 de setembro, e os candidatos tinham de apresentar documentos, incluindo um formulário de idoneidade e conformidade, uma declaração de capacidade financeira e uma declaração de interesse efetivo.
A SATA Holding disse estar a analisar as candidaturas para verificar se cumpriam os requisitos, e que os candidatos qualificados seriam depois convidados a apresentar propostas não vinculativas até 21 de setembro, referiu a notícia. A empresa descreveu o passo como mais um marco na execução do plano de reestruturação aprovado pela Comissão Europeia para o grupo SATA.
Os trabalhadores da função pública em Angra do Heroísmo foram dispensados na tarde de 28 de setembro para as celebrações da cidade.
O governo regional (PSD/CDS-PP/PPM) concedeu uma tolerância de ponto aos trabalhadores da administração pública regional sediados em Angra do Heroísmo para a tarde de 28 de setembro de 2026, segundo o Jornal Açores 9. A ocasião é a Segunda-feira de São Carlos, descrita como um acontecimento de particular importância para a população local.
Os trabalhadores dos serviços essenciais devem continuar a funcionar se necessário por razões de interesse público e receberão dispensa equivalente noutra data. O artigo refere que a diretiva foi publicada no Jornal Oficial a 7 de setembro de 2026.
Os trabalhadores da função pública na Terceira foram dispensados na tarde de 14 de setembro para as festividades da ilha.
O governo regional (PSD/CDS-PP/PPM), numa decisão assinada pelo Presidente, José Manuel Bolieiro, concedeu uma tolerância de ponto aos trabalhadores da administração pública regional sediados na Terceira para 14 de setembro de 2026, segundo o Jornal Açores 9. A ocasião é a tradicional Segunda-feira da Serreta, uma celebração religiosa e cultural em honra de Nossa Senhora dos Milagres, descrita como de particular importância para a comunidade local.
O artigo refere que os serviços que têm de continuar a funcionar por razões de interesse público podem ser excecionados, recebendo os trabalhadores excluídos dispensa equivalente noutra data, ao critério da gestão.
Uma contagem oficial da população mais baixa vai custar à região cerca de 53 milhões de euros em transferências do Estado, alerta o governo.
O secretário regional das Finanças, Duarte Freitas, disse à Comissão de Economia da Assembleia Legislativa que os Açores vão receber cerca de 53 milhões de euros a menos em 2027 em resultado da atualização dos dados populacionais. Dividiu o montante em cerca de 20 milhões de euros a menos em IVA direto — porque a quota da região na população nacional está abaixo da base de 2021 usada para distribuir a receita do IVA — e cerca de 33 milhões de euros a menos em transferências do Estado, um efeito indireto da subida do PIB per capita da região acima dos 90% da média nacional.
Freitas atribuiu o défice ao facto de a população açoriana ter crescido mais lentamente do que a média nacional, o que reduz os montantes definidos pelas fórmulas de financiamento ligadas à população e ao PIB. Disse que, apesar da perda, o governo regional (PSD/CDS-PP/PPM) tenciona ainda assim aumentar o financiamento do setor da saúde em 40 milhões de euros em 2027, mantendo o investimento público e continuando a reduzir a dívida regional.
A federação agrícola pediu medidas para rejuvenescer a agricultura nas ilhas ocidentais, onde o envelhecimento e o despovoamento se fazem sentir com mais força.
O presidente da Federação Agrícola dos Açores (FAA), Jorge Rita, apelou ao governo regional, ao governo nacional e à União Europeia para introduzirem medidas contra o despovoamento e para rejuvenescer a agricultura nas Flores e no Corvo, segundo o Jornal Açores 9. Argumentou que são os agricultores que gerem o território e cuidam da paisagem, e que o turismo nestas ilhas não pode ter sucesso sem a agricultura.
Rita apontou também os serviços de transporte aéreo e marítimo inadequados, apesar da sua importância para a economia das ilhas. O artigo diz que ele tinha visitado ambas as ilhas e reunido com associações agrícolas, câmaras municipais e serviços locais de agricultura e florestas, destacando o seu trabalho na manutenção de infraestruturas e áreas florestais.
A nova rede AzoresBus (operada pela Vale do Ave) arrancou a 1 de setembro com linhas expresso e autocarros novos; a venda de bilhetes foi brevemente suspensa durante a transição.
O transporte público de passageiros de São Miguel passou para a empresa Vale do Ave a 1 de setembro de 2026 ao abrigo de um novo contrato de concessão, segundo a RTP Açores. O operador afirmou que espera transportar cerca de cinco milhões de passageiros por ano poucos anos após assumir a rede. A notícia não dá mais pormenores sobre percursos específicos, dimensão da frota ou preços dos bilhetes.
O ano letivo de 2026/27 começou em todos os Açores com 98% dos lugares de docência preenchidos; as aulas do secundário e do 3.º ciclo começam entre 17 e 22 de setembro.
O ano letivo de 2026/27 começou a 1 de setembro com 30 866 alunos em todos os Açores e 98% dos lugares de docência preenchidos — a mesma taxa do ano anterior —, segundo a secretária regional da Educação, Sofia Ribeiro, que disse que o ano tinha começado com 98% das necessidades de docência satisfeitas à data de 1 de setembro.
O artigo relata que 121 lugares de docência ficaram por preencher após a colocação centralizada e que 154 professores qualificados não se candidataram às vagas disponíveis; em Português, ficaram por preencher 9 lugares, embora 22 candidatos elegíveis não se tivessem candidatado. Quanto ao pessoal de apoio, foram colocados mais 114 assistentes de sala, elevando o total em lugares permanentes para 1 489 — uma subida de 12% desde 2019 —, para um rácio de cerca de um assistente por cada 21 alunos, contra um por cada 26 em 2019.
Refere também novas medidas para o ano, incluindo programas de pensamento computacional e a continuação da disponibilização de manuais digitais gratuitos, equipamento informático e plataformas educativas integradas para os 5.º ao 12.º anos.
Depois de o gasóleo subir 16,3 cêntimos e a gasolina 3,5 cêntimos por litro a 1 de setembro, os partidos da oposição pressionaram por medidas, enquanto o governo disse que não pode baixar mais o imposto sobre os combustíveis.
A partir de 1 de setembro, os preços máximos dos combustíveis nos Açores subiram 3,5 cêntimos por litro na gasolina sem chumbo (para 1,854 €), 16,3 cêntimos no gasóleo (para 1,885 €) e 4,6 cêntimos por quilograma no gás butano (para 1,731 €) — o primeiro aumento após três meses consecutivos de descidas, segundo o Jornal Açores 9.
O líder do PS/Açores, Francisco César, pediu medidas de proteção, dizendo que os açorianos não podem continuar a suportar custos cada vez mais altos e que qualquer receita que o governo obtenha com preços mais elevados deve ser usada para aliviar residentes e empresas, em vez de aumentar os seus encargos. O PCP/Açores condenou o aumento como abrupto e os preços como incomportáveis, apelando à intervenção pública na forma como os preços dos combustíveis são fixados, à regulação dos preços dos alimentos, à compensação de setores como a pesca, a agricultura e as pequenas empresas, e à revisão do regime especial de preços para os territórios insulares.
O artigo relata não ter havido resposta do governo regional PSD/CDS-PP/PPM.
O Parque Terra Nostra, nas Furnas, lançou um evento ‘Respirar — Wellness Edition’, integrado numa época intermédia mais tranquila e centrada no bem-estar.
O Parque Terra Nostra, nas Furnas (Povoação), vai realizar um evento denominado Respirar — Wellness Edition a 12 e 13 de setembro de 2026, segundo o Jornal Açores 9. O artigo descreve-o como um evento imersivo de bem-estar centrado na natureza e numa reconexão sensorial com o meio envolvente, com capacidade limitada em cada dia e inscrição prévia obrigatória.
Segundo é referido, o programa combina práticas de bem-estar físico e mental com uma celebração da natureza local, e o texto apresenta a iniciativa como posicionando o parque como uma referência internacional no turismo de natureza e saúde. Não são indicados nomes de organizadores nem outros detalhes do programa.
Uma câmara municipal reforçou o seu investimento na habitação, num momento em que a acessibilidade continua no topo da agenda das ilhas.
O município é o de Ribeira Grande, cuja câmara está a planear 66 novas habitações na freguesia da Matriz e mais 8 na Ribeirinha, segundo o Jornal Açores 9. O investimento é prosseguido através do programa nacional 1.º Direito, que cofinancia despesas municipais na reparação e reabilitação de habitação.
O artigo refere que o presidente da câmara, Jaime Vieira, se reuniu em Lisboa com o presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), António Pereira, para desenvolver novas soluções habitacionais, tendo a reparação e reabilitação do parque habitacional municipal através de candidaturas ao 1.º Direito figurado entre os temas discutidos.
As dormidas recuaram 2,2% mesmo no pico de julho, enquanto as receitas hoteleiras subiram — o efeito da saída da Ryanair tornado evidente.
O Jornal Açores 9 noticia que as dormidas turísticas nos Açores caíram 2,2% em julho de 2026, o décimo mês consecutivo de queda, para 648 800 dormidas de 177 300 hóspedes, que permaneceram, em média, 3,66 noites. Citando o Serviço Regional de Estatística (SREA), refere que a ocupação hoteleira recuou 0,9 pontos, para 71,6%.
Apesar da queda nas dormidas, as receitas da hotelaria subiram 6,1%, para 33,7 milhões de euros, enquanto as receitas do turismo rural caíram 2,5%, para 3,8 milhões de euros. Entre janeiro e julho, a região registou 2,5 milhões de dormidas (menos 3,7%) e 757 600 hóspedes (menos 3,5%). Os visitantes estrangeiros representaram 83,2% das dormidas (menos 0,9%), enquanto as dormidas de residentes caíram 7,8%; os principais mercados foram os Estados Unidos, a Alemanha e a Espanha, este último com menos 24%.
Mais dois cortes no preço ao produtor a partir de setembro levam os agricultores a alertar para uma perda de até 15 milhões de euros em rendimento até ao final do ano.
O Jornal Açores 9 noticia que os produtores de leite de São Miguel receiam perder até 15 milhões de euros até ao final do ano devido a sucessivos cortes no preço ao produtor por parte das indústrias de laticínios. A partir de setembro, a Unileite corta 2 cêntimos por litro e a Bel 1,5 cêntimos, na sequência das reduções de agosto por parte da Lactogal, Insulac e Prolacto.
Jorge Rita, presidente da Federação Agrícola dos Açores, classificou a situação como "dramática para nós, produtores", assinalando que se trata do segundo corte de preço de 2026 e que coincide com o gasóleo, que subiu 48 cêntimos este ano, incluindo um aumento de 16,3 cêntimos previsto para setembro. Criticou ainda promessas de apoio sem financiamento — 23 milhões de euros prometidos para os custos de produção mais elevados — e alertou que a seca na Europa poderá fazer subir os preços das rações, dificultando a atração de jovens para a agricultura.
Um regime de arrendamento com opção de compra dirige-se a famílias e jovens trabalhadores que conseguem pagar a renda, mas não conseguem poupar para uma entrada.
O idealista noticia que o Governo dos Açores está a atribuir 241 casas ao abrigo de um regime de arrendamento com opção de compra dirigido a famílias e jovens trabalhadores que conseguem pagar a renda mensal, mas não têm poupanças para uma entrada. Os inquilinos podem exercer a opção de compra um ano após a assinatura do contrato com o governo regional. As casas foram construídas ou reabilitadas com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) da UE e com fundos regionais, ao abrigo de regras formalizadas em 2025.
A entrega mais recente ocorreu no empreendimento dos Casteletes, na Urzelina, em São Jorge, onde foram entregues quatro moradias T3 com mais de 800 000 euros de financiamento do PRR, a par de dez lotes adicionais nos quais os compradores podem pagar até 45% do valor do terreno. A secretária regional Maria João Carreiro afirmou que o regime transforma a renda mensal num "caminho seguro para a casa própria".
As federações agrícola e das pescas manifestaram preocupação com a subida de setembro do gasóleo agrícola e marítimo, alertando para a pressão sobre margens já apertadas.
Segundo o Jornal Açores 9, a Federação das Pescas dos Açores reagiu com "muita apreensão" ao aumento dos combustíveis de setembro, que faz subir o gasóleo em 16,3 cêntimos por litro para 1,885 euros (o gasóleo colorido da pesca para 1,395 euros) a partir de 1 de setembro de 2026, após três meses em que o gasóleo tinha descido 28,2 cêntimos. O presidente da federação, Jorge Gonçalves, disse à Lusa a 27 de agosto que a subida era "um aumento enorme" e "o golpe final" para um setor já em dificuldades.
Afirmou que os armadores têm pouca margem financeira e apontou problemas que se acumulam: escassez de atum bonito nas águas regionais, quotas esgotadas e algumas embarcações já a parar a atividade. A federação continua a aguardar os subsídios aos combustíveis prometidos pelo Governo Regional em março, que permanecem por pagar, deixando os operadores sem capital de exploração.
O gasóleo sobe 16,3 cêntimos e a gasolina 3,5 cêntimos a partir de 1 de setembro, anulando grande parte do alívio do verão e alarmando os agricultores.
O Jornal Açores 9 noticia que os preços dos combustíveis nos Açores sobem a 1 de setembro de 2026, com o gasóleo a aumentar 16,3 cêntimos e a gasolina 3,5 cêntimos por litro. O gasóleo rodoviário atinge 1,885 euros e a gasolina sem chumbo 95 os 1,854 euros por litro, e o gasóleo agrícola e da pesca também aumentam. O órgão de comunicação nota que os preços são revistos no primeiro dia de cada mês em linha com as variações de preços europeias.
O aumento inverte três meses consecutivos de descidas (junho-agosto), quando a gasolina caiu 10,2 cêntimos e o gasóleo 28,2 cêntimos, e a notícia atribui-o às tensões no Médio Oriente e à volatilidade dos mercados internacionais. Refere que a federação das pescas recebeu a notícia "com preocupação" e que a federação agrícola manifestou apreensão quanto ao gasóleo agrícola, enquanto o governo regional afirmou não poder baixar mais o imposto sobre os combustíveis.
Uma quota adicional de cerca de 500 toneladas reabre a pesca do atum-patudo nos Açores e na Madeira — margem bem-vinda para a frota e as conserveiras.
O Jornal Açores 9 noticia que a pesca do atum-patudo reabriu para os Açores e a Madeira a 26 de agosto de 2026, depois de terem sido garantidas 500 toneladas adicionais de quota para o ano. O governo regional dos Açores afirmou que a atribuição era uma oportunidade que o setor não tinha há vários anos, obtida através da coordenação entre as duas regiões e o governo nacional de Portugal.
Desde janeiro de 2025, os Açores e a Madeira operam ao abrigo de um acordo conjunto que define regras operacionais comuns e promove a sustentabilidade dos recursos para as suas frotas atuneiras. A captura, retenção, transbordo e descarga estão limitadas a uma viagem de pesca por cada período de 48 horas, com capturas máximas que variam consoante o comprimento da embarcação. Os responsáveis descreveram a reabertura como "excelente notícia", com benefícios concretos para as comunidades piscatórias e a economia do mar.
Os dados de julho mostraram o desemprego a subir a nível nacional pela primeira vez em seis meses — mas ainda a cair nos Açores.
Segundo dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) noticiados pela RTP a 20 de agosto de 2026, o desemprego registado em Portugal caiu 8,1% em termos homólogos em julho, para 269 100 pessoas, mas subiu 1,7% face a junho — o primeiro aumento mensal após cinco meses consecutivos de descida.
Todas as regiões registaram uma queda homóloga. As descidas homólogas mais acentuadas ocorreram no Norte (-13%), na Madeira (-8,5%) e nos Açores (-6%). Em cadeia, os maiores aumentos verificaram-se no Alentejo (+2,9%) e na região Centro. O IEFP indicou que a melhoria homóloga foi impulsionada sobretudo por menos pessoas à procura do primeiro emprego e pelas pessoas com 25 ou mais anos.
Um novo Fundo de Desenvolvimento de Rotas Aéreas entra na sua fase de construção, com o objetivo de atrair companhias e reduzir tarifas após a saída da Ryanair.
O The Portugal News noticia que o Governo dos Açores está na fase de desenvolvimento do seu Fundo de Desenvolvimento de Rotas Aéreas, aprovado pelo parlamento regional em maio de 2026 e em vigor desde 18 de junho de 2026. O fundo visa atrair novas rotas aéreas, trazer maior estabilidade ao turismo e melhorar a mobilidade dos residentes.
A secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, descreveu-o como "uma matéria complexa, que exige uma preparação sólida", que envolve o cumprimento de requisitos legais nacionais e europeus, e afirmou que os dois primeiros meses se centraram na mobilização de entidades e na construção de capacidade técnica. Disse que o governo está a trabalhar "com seriedade, competência e uma base sólida" para criar um instrumento "juridicamente robusto". O grupo parlamentar do PS/Açores apelou à rápida implementação do fundo.
Mais de mil agregados familiares estavam em atraso no pagamento de rendas de habitação social no final de 2025, num total de cerca de 1,75 milhões de euros.
O Jornal Açores 9 noticia que mais de mil famílias nos Açores estão em atraso no pagamento de rendas de habitação social atribuída pelo governo. Segundo dados fornecidos pelo governo regional de coligação (PSD/CDS-PP/PPM) em resposta a uma pergunta parlamentar do Chega, 1031 agregados estavam em incumprimento — 775 devendo há mais de 12 meses e 256 há menos — com uma dívida média de 2457 euros, totalizando cerca de 2,53 milhões de euros.
O governo afirmou que gere 2595 fogos de habitação social, com mais 262 em construção, e que notifica as famílias em atraso por escrito, por telefone e presencialmente, oferecendo planos de pagamento em prestações; cerca de 80 famílias regularizaram a sua situação ao longo de três anos. Os responsáveis afirmaram que procuram evitar despejos, dados os meios limitados das famílias, privilegiando uma abordagem "pedagógica e não repressiva".
Um sismo de magnitude 3,4 foi registado no Faial a 15 de agosto — um lembrete palpável da atividade sísmica do grupo central, com São Jorge em alerta elevado desde maio.
O Jornal Açores 9 noticia que um sismo de magnitude 3,4 foi registado no Faial, no grupo central dos Açores, às 02:37 hora local (03:37 em Lisboa) a 15 de agosto de 2026. Citando o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o órgão de comunicação situa o epicentro cerca de 16 quilómetros a oeste do Capelo, com uma profundidade que varia entre cerca de 13 quilómetros e a superfície.
O IPMA afirmou não ter recebido qualquer informação que confirmasse que o tremor tenha sido sentido pela população. A notícia refere que o evento ocorreu na zona Faial-Pico, onde o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA) tinha elevado o alerta vulcânico para o nível V1 em maio de 2026, após um aumento da atividade sísmica de baixa magnitude ao longo de uma linha estrutural da região.
3,8 milhões de euros para equipar os hospitais da Terceira e do Faial com cirurgia robótica — cuidados avançados sem sair das ilhas.
O Jornal Açores 9 noticia que, a 3 de agosto de 2026, o governo regional dos Açores aprovou 3,8 milhões de euros para adquirir dois sistemas de cirurgia robótica para hospitais do grupo central. O Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira deverá receber 2,5 milhões de euros para um sistema minimamente invasivo multiespecialidade, e o Hospital da Horta, no Faial, 1,25 milhões de euros para um sistema orientado para a ortopedia.
O presidente do Governo Regional, José Manuel Bolieiro, apresentou a decisão, afirmando que a tecnologia iria aumentar a precisão cirúrgica, reduzir o risco de complicações, encurtar os internamentos e acelerar a recuperação, reduzindo ao mesmo tempo a necessidade de os doentes serem tratados fora da região. A aquisição enquadra-se no Programa Açores 2030, que financia a modernização das infraestruturas de saúde e a tecnologia clínica avançada.
O mau tempo de 5 de agosto inundou habitações e obrigou 67 pessoas a deixar o parque de campismo da Praia da Vitória.
O DNOTÍCIAS noticia que o mau tempo atingiu os Açores a partir da noite de 5 de agosto de 2026, com o grupo central, incluindo a Terceira, a enfrentar chuva forte e trovoada. Cerca de 67 pessoas foram retiradas do parque de campismo da Praia da Vitória, que a proteção civil considerou ter-se tornado impróprio para utilização, e foram levadas em segurança para uma escola profissional local.
O Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores registou sete ocorrências, incluindo habitações e quintais inundados em Vila Franca do Campo e no Nordeste (São Miguel), uma casa inundada nas Velas e um desabamento parcial de uma estrada na zona dos Nortes (São Jorge). Esteve em vigor um aviso laranja para as ilhas do grupo central até ao meio-dia de 6 de agosto, a par de avisos amarelos de vento, com rajadas a atingir cerca de 100 km/h e mar agitado.
A partir de 1 de setembro, um novo operador traz duas rotas expresso — Nordeste e Povoação para Ponta Delgada — mais de 100 novos autocarros e ligações noturnas. Um carro continua a ser essencial.
O Jornal Açores 9 noticia que, a partir de 1 de setembro de 2026, a Vale do Ave Açores assume o transporte público rodoviário de passageiros em São Miguel ao abrigo de uma concessão de 10 anos (renovável por mais cinco) no valor de 44,3 milhões de euros. São criadas duas novas linhas expresso: o Expresso Nordeste (Nordeste-Ribeira Grande-Lagoa-Ponta Delgada) e o Expresso Povoação (Povoação-Furnas-Ribeira Grande-Lagoa-Ponta Delgada), cada uma com circulação de manhã e à tarde.
Entram ao serviço mais de 100 autocarros modernos com ar condicionado e acessibilidade melhorada, e cerca de 90% dos motoristas dos anteriores operadores são mantidos. A secretária regional Berta Cabral afirmou que o modelo traz frequências reforçadas, horários otimizados e melhor coordenação de rotas para reduzir os tempos de espera. São também introduzidos bilhética digital, passes turísticos (24, 48 e 72 horas), carregamentos online e códigos QR nas paragens com informação em tempo real.
A popular praia de areia negra foi encerrada aos banhistas pela terceira vez esta época devido à contaminação da água.
Segundo o Açoriano Oriental, a Praia dos Mosteiros, em São Miguel, foi interdita a banhos a 31 de julho de 2026 devido a contaminação microbiológica detetada na monitorização de rotina da qualidade da água. Foi o terceiro encerramento da época balnear de 2026, tendo a junta de freguesia descrito a medida como preventiva, tomada para proteger a saúde pública até as condições regressarem à normalidade.
A praia de areia negra, conhecida pelas suas vistas sobre os ilhéus dos Mosteiros, já tinha sido encerrada duas vezes: de 11 a 22 de junho e novamente de 10 a 13 de julho, reabrindo de cada vez após novas análises confirmarem que a água era segura. Segundo a notícia, a junta de freguesia observou que a água proveniente do túnel das Sete Cidades chegava limpa, mas contaminava-se no percurso até à praia.
A associação de alojamento local dos Açores alertou para cerca de menos 80.000 dormidas e um impacto de 30 milhões de euros no primeiro semestre de 2026, após nove meses de quebra da procura.
O Jornal Açores 9 noticiou a 31 de julho de 2026 que a Associação do Alojamento Local dos Açores (ALA) alertou para graves prejuízos económicos resultantes da quebra do turismo. A associação estimou cerca de menos 80.000 dormidas no primeiro semestre de 2026 face ao mesmo período de 2025 e um impacto de cerca de 30 milhões de euros nos setores do alojamento, restauração, comércio, transportes e entretenimento.
A ALA afirmou que a quebra se estendeu por nove meses consecutivos, apontando uma descida de 3,8% em junho e 506.400 dormidas nesse mês no conjunto do alojamento turístico. O presidente João Pinheiro afirmou que as receitas estavam a diminuir enquanto os custos continuavam a subir. A associação apontou a fraca conectividade aérea na época baixa e a ausência de companhias low-cost, e apelou a melhores ligações e a um marketing mais forte nos mercados emissores.
Um novo regulamento limita as descargas de atum por embarcação em função do grau de ocupação dos entrepostos frigoríficos das ilhas, para ajustar as capturas à capacidade de congelação e de conserva.
O Diário dos Açores noticiou a 30 de julho de 2026 que o Governo Regional, através da Portaria 88/2026, iria limitar as descargas de gaiado, atum voador e albacora em função do grau de ocupação dos entrepostos frigoríficos das ilhas, nas instalações de Vila do Porto, Ponta Delgada, Madalena e Horta, com efeitos a partir de 31 de julho.
Quando um entreposto está abaixo dos 80% de capacidade, as embarcações podem descarregar entre 5 e 40 toneladas por 48 horas consoante o comprimento do barco, ficando as embarcações de boca aberta limitadas a 1,5 toneladas; a partir dos 80%, os limites descem para 2-16 toneladas e 1 tonelada, respetivamente. Cada instalação mantém uma reserva de 80 toneladas para pequenas embarcações sem refrigeração, ativada em caso de elevada ocupação. O Governo afirmou que o objetivo era ajustar as descargas à capacidade de congelação e de conserva, salvaguardando ao mesmo tempo a qualidade do pescado.
A SATA pediu a suspensão de cláusulas do acordo de empresa dos tripulantes de cabina para obter maior flexibilidade operacional — insistindo que não haverá cortes salariais — à medida que se aproxima o prazo de privatização no final do ano.
O Jornal Açores 9 noticiou a 23 de julho de 2026 que a SATA procura alterações temporárias ao acordo de empresa que abrange os tripulantes de cabina da Azores Airlines (2026-2029) para obter flexibilidade operacional, insistindo que a proposta não implica cortes salariais. A companhia propôs a suspensão parcial de cláusulas relativas a escalas, gestão de tripulações, trabalho noturno e dias de descanso.
Entre as medidas propostas contavam-se a reprogramação de serviços após atrasos operacionais, a conversão de tripulantes que viajam como passageiros em pessoal ao serviço, a ativação de tripulantes de cabina a partir das bases de Lisboa ou de Ponta Delgada, a possibilidade de até quatro turnos noturnos em sete dias e o ajuste das condições de reserva e de férias. A SATA argumentou que as alterações tornariam a empresa mais atrativa e sustentável para potenciais compradores. O sindicato rejeitou negociações. A Comissão Europeia exige a privatização da SATA até ao final do ano.
Com as dormidas em queda há oito meses consecutivos, a oposição pressionou o Governo a pôr em marcha o Fundo de Desenvolvimento de Rotas Aéreas, publicado em junho mas ainda sem estar em funcionamento.
O Jornal Açores 9 noticiou a 20 de julho de 2026 que a oposição do PS/Açores pressionou o Governo Regional a ativar o Fundo de Desenvolvimento de Rotas Aéreas dos Açores (FDRAA), que tinha sido publicado em Jornal Oficial a 18 de junho mas permanecia inativo. O presidente do partido, Francisco César, classificou o turismo como um pilar da economia regional e apelou a uma implementação rápida.
César observou que o fundo, proposto pelo PS, tinha sido aprovado pela Assembleia Regional a 20 de maio, afirmando que o partido tinha feito a sua parte e que cabia agora ao Governo agir. Apontou oito meses consecutivos de quebra nas dormidas, incluindo uma descida de 2,2% em maio e 1,3 milhões de dormidas nos primeiros cinco meses de 2026, menos 5,6% em termos homólogos, e criticou a perda da operação da Ryanair.
Novos dados nacionais mostram que os preços da habitação e as rendas nos Açores estão a subir, mas continuam abaixo da média do continente, situando-se em valores intermédios entre o continente e a Madeira.
O Diário dos Açores noticiou a 17 de julho de 2026 que, segundo as Estatísticas da Construção e Habitação de 2025 do Instituto Nacional de Estatística (INE), atualizadas com dados do primeiro trimestre de 2026, os Açores continuam a registar preços de compra de imóveis e rendas abaixo da média nacional, sendo Ponta Delgada o município mais valorizado da região.
A nível nacional, o preço mediano de venda atingiu 2.076 € por metro quadrado em 2025 (mais 16,8%), subindo para 2.337 € no primeiro trimestre de 2026. Apenas a Grande Lisboa, o Algarve, a Península de Setúbal, a Madeira e o Grande Porto ultrapassaram a média nacional. As rendas medianas subiram para 9,29 € por metro quadrado. Portugal licenciou 48.844 fogos em 2025, o total mais elevado desde 2011.
Os resultados da primeira fase dos exames nacionais chegaram às escolas dos Açores a 17 de julho, que abriram excecionalmente no sábado, dia 19, para que alunos e famílias pudessem consultar as notas.
A RTP Açores noticiou a 17 de julho de 2026 que as escolas dos Açores abririam ao sábado para que os alunos e as suas famílias pudessem consultar os resultados da primeira fase dos exames nacionais. Os resultados chegaram aos estabelecimentos de ensino ao final do dia 17 de julho.
As escolas abririam das 9h00 às 17h00 de sábado para permitir que alunos e pais consultassem as notas. O diretor regional da Educação, Rui Espínola, confirmou que as orientações do Governo tinham sido enviadas de imediato às escolas para que os resultados pudessem ser disponibilizados prontamente em todo o arquipélago.
Ponta Delgada realizou as suas Grandes Festas do Divino Espírito Santo ao longo de quatro dias em meados de julho, com um cortejo etnográfico, uma coroação e concertos de destaque.
O Diário dos Açores noticiou a 3 de julho de 2026 que Ponta Delgada iria realizar a 23.ª edição das Grandes Festas do Divino Espírito Santo de 9 a 12 de julho, com cerca de 30 eventos religiosos, culturais e recreativos que envolveram todas as 24 freguesias, irmandades e voluntários. O presidente da câmara, Pedro Nascimento Cabral, afirmou que a celebração mobilizou todo o concelho.
O programa abriu a 9 de julho com uma exposição, o lançamento de um livro e uma conferência, seguindo-se a 10 de julho a cerimónia da mudança da bandeira e um concurso de massa sovada. A 11 de julho, a distribuição das sopas do Espírito Santo antecedeu um cortejo etnográfico de todas as 24 freguesias e um concerto à noite de José Cid. As festividades encerraram a 12 de julho com a missa da coroação, a distribuição do leite e o cortejo da coroação.
Um sismo de magnitude 3,8 a norte do Pico foi sentido no Pico, Faial e São Jorge na madrugada de 4 de julho — sem danos, num contexto de alerta reforçado em São Jorge desde maio.
O Diário de Aveiro (Lusa) noticiou que um sismo de magnitude 3,8 foi sentido no Pico, Faial e São Jorge na madrugada de 4 de julho de 2026. O tremor ocorreu às 07h34, hora local, com epicentro a cerca de 10 quilómetros a norte das Bandeiras, no concelho da Madalena, no Pico.
O Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA) registou uma intensidade máxima de IV-V na escala de Mercalli Modificada na Madalena, em São Roque do Pico e na Horta, com intensidade IV nas Lajes do Pico e em Velas. Não foram reportados danos. A notícia recordou que, em maio de 2026, o CIVISA tinha subido o alerta vulcânico para o canal Faial-Pico de V0 para V1 devido ao aumento da sismicidade de baixa magnitude.
A TAP lançou uma ligação sazonal Porto–Terceira a partir de 1 de julho, dando à ilha do grupo central uma segunda porta de entrada para o continente no primeiro verão pós-Ryanair.
A TAP começou a operar uma nova ligação direta entre o Porto e a Terceira a 1 de julho de 2026, segundo o Kiosque da Aviação. A ligação une a ilha açoriana do grupo central ao norte do Portugal continental e opera quatro vezes por semana, às segundas, quartas, sextas e domingos.
Segundo o horário divulgado, os voos partem do Porto às 15h20 e chegam à Terceira às 17h00, enquanto os serviços de regresso partem da ilha às 17h50 e chegam ao Porto às 21h15 (horas locais). A notícia referiu que o lançamento da rota Porto-Terceira coincidiu com a inauguração simultânea, pela TAP, de uma rota Lisboa-Atenas no mesmo dia, apresentando ambas como novos acréscimos à rede da companhia com as frequências indicadas.
Os preços máximos dos combustíveis voltaram a descer a partir de 1 de julho, com a gasolina a cair cerca de 1,9 cêntimos e o gasóleo mais 10,4 cêntimos por litro — o segundo mês consecutivo de alívio na bomba.
O Açoriano Oriental (Lusa) noticiou que os preços máximos dos combustíveis nos Açores voltaram a descer a partir de 1 de julho de 2026. A gasolina sem chumbo 95 desceu 1,9 cêntimos para 1,832 euros por litro, enquanto o gasóleo rodoviário caiu 10,4 cêntimos para 1,753 euros por litro, tornando o gasóleo novamente mais barato do que a gasolina.
Foi o segundo mês consecutivo de reduções, após os cortes de junho de 7 cêntimos na gasolina e 14,7 cêntimos no gasóleo. O gás butano também desceu, menos 17,3 cêntimos por quilograma na sequência de uma descida de 26,5 cêntimos no mês anterior, e o gasóleo colorido agrícola e de pesca recuou 10,4 cêntimos por litro. A notícia recordou que os preços tinham disparado fortemente entre fevereiro e maio antes de o Governo Regional ter alargado as reduções fiscais sobre os produtos petrolíferos.
Enquanto o Portugal continental fervia acima dos 40°C sob avisos vermelhos, os Açores mantiveram-se amenos no seu ar oceânico — uma ilustração vívida dos verões mais suaves das ilhas.
O The Portugal News noticiou a 1 de julho de 2026 que o Portugal continental entrava num período de calor extremo, com máximas a atingir até 44 graus Celsius e mínimas noturnas entre os 24 e os 28 graus. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu avisos em todo o país.
Os avisos vermelhos, o nível mais grave, foram decretados para os distritos de Lisboa e Setúbal a partir de 2 de julho e para Coimbra e Leiria a partir de 3 de julho. As zonas do norte ficaram sob aviso amarelo a 2 de julho e, a 3 de julho, todo o continente estava sob pelo menos um aviso laranja. A notícia centrou-se na onda de calor no continente e não reportou as condições nos Açores ou na Madeira.
As receitas do turismo continuaram a crescer pela entrada no verão, mas, no final de junho, os empresários das ilhas reiteraram profunda preocupação com o setor após a saída da Ryanair.
Segundo o Jornal Açores 9, a Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD) reiterou a sua profunda preocupação com o turismo dos Açores no final de junho de 2026. Apontou nove meses consecutivos de quebra nas dormidas, com maio a registar 448.700 dormidas, menos 2,2% em termos homólogos, e uma descida de 5,6% no acumulado até maio.
O mercado interno caiu 11,0% em maio e o alojamento local recuou 8,1%, enquanto São Miguel — cerca de 70% das dormidas — continuou a ter um desempenho negativo, em contraste com o crescimento nacional de 2,8%. Os empresários responsabilizaram a redução da capacidade aérea, a menor concorrência entre companhias, os elevados custos dos voos e o marketing insuficiente, e apelaram à reposição das rotas perdidas e a um maior investimento promocional.
Ao inaugurar uma variante de 6 milhões de euros em Santa Maria, o presidente Bolieiro alertou que a redução dos fundos da UE ameaça a capacidade das ilhas de construir grandes infraestruturas transformadoras.
Segundo o ECO, o presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, afirmou que a região só consegue realizar grandes "investimentos transformadores" com o cofinanciamento da UE. Falava durante a inauguração de uma variante de 2,5 quilómetros junto a Vila do Porto, em Santa Maria, um projeto de cerca de 6 milhões de euros financiado através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) de Portugal, no âmbito de um circuito logístico mais amplo de 92,4 milhões de euros nas ilhas.
Bolieiro alertou que o financiamento da UE deverá diminuir à medida que o bloco redireciona recursos para leste e aumenta a despesa com a defesa, sublinhando a importância de cumprir os marcos do PRR. Afirmou que nenhuma economia de pequena escala consegue mobilizar os recursos para grandes investimentos transformadores sem fundos comunitários, num contexto de incerteza quanto ao próximo quadro financeiro plurianual da UE.
Ribeira Grande assinalou 45 anos de cidade com um programa alargado das festas de São Pedro — uma prova de surf Pro, as 33.as Marchas com cerca de 2.000 marchantes e as Cavalhadas.
Segundo o Jornal Açores 9, Ribeira Grande, em São Miguel, assinala 45 anos de cidade com um programa alargado das festas de São Pedro, anunciado pelo presidente da câmara, Jaime Vieira, com todos os eventos de entrada gratuita.
As 33.as Marchas de São Pedro, a 28 de junho, contarão com 13 grupos e cerca de 2.000 participantes e músicos da Terceira e de Ponta Delgada, seguindo-se o cortejo equestre das Cavalhadas a 29 de junho, com cerca de 150 cavaleiros. O programa inclui ainda a prova de surf Allianz Ribeira Grande Pro, de 12 a 14 de junho, na praia de Santa Bárbara, integrada na MEO Surf League, enquanto o estádio municipal assinala o seu 75.º aniversário.
As Sanjoaninas da Terceira, a maior festa profana dos Açores, encheram Angra durante cerca de dez dias no final de junho, com desfiles, touradas à corda e concertos.
Segundo o Açoriano Oriental, as Sanjoaninas 2026, em Angra do Heroísmo, Terceira — entre as maiores festas dos Açores e do país —, decorreram no final de junho, com um recorde de 49 marchas, realizando-se os principais eventos de 21 a 27 de junho, sob o tema "Angra e a Açorianidade" e assinalando 50 anos de autonomia regional.
O programa dos desfiles incluiu 34 marchas de adultos a 23 de junho e nove marchas infantis e seis de adultos a 24 de junho. A Feira de São João associada contou com três eventos tauromáquicos, com participantes como João Moura Júnior e os matadores espanhóis Marco Pérez e Fernando Adrián. A festa atrai muitos visitantes, sobretudo emigrantes açorianos da América do Norte.
A Força Aérea evacuou por via aérea três tripulantes doentes ou feridos de navios mercantes em pleno Atlântico em menos de 24 horas — uma recordação do vasto papel de salvamento das ilhas.
Segundo o Jornal Açores 9, a Força Aérea Portuguesa realizou três resgates no mar ao largo dos Açores em menos de 24 horas, entre 19 e 21 de junho de 2026, evacuando tripulantes doentes de navios mercantes em pleno Atlântico.
A 19 de junho, um homem de 26 anos do "Sigma Triumph" foi evacuado por via aérea a cerca de 950 quilómetros ao largo da Terceira por um helicóptero EH-101 Merlin da Esquadra 752 da Base Aérea das Lajes, apoiado por uma aeronave C-295M, e transportado para o hospital em Angra. A 20 de junho, um homem de 40 anos do "Monte Brasil" foi transportado por via aérea para o hospital em Ponta Delgada, e um homem de 27 anos do "Kenya B", a cerca de 420 quilómetros da costa, foi levado para a Terceira para receber tratamento.
A greve geral nacional de 3 de junho atingiu as ilhas: as escolas encerraram, a saúde funcionou com serviços mínimos, os transportes foram perturbados e a SATA ofereceu remarcação gratuita.
Segundo o Açoriano Oriental, a greve geral nacional convocada pela CGTP para 3 de junho de 2026, em protesto contra a nova legislação laboral do governo então em discussão no parlamento, fez-se sentir de forma generalizada em todos os Açores.
As escolas encerraram em toda a região autónoma e as unidades de saúde funcionaram com serviços reduzidos e mínimos durante a paralisação, enquanto os transportes públicos em todas as ilhas registaram perturbações significativas. O coordenador regional da CGTP-IN, Rui Teixeira, referiu uma adesão significativa dos trabalhadores à greve, descrevendo os níveis de participação como comparáveis aos registados num protesto anterior, em dezembro. A ação inseriu-se numa mobilização nacional mais ampla contra as reformas laborais propostas.
Uma massa de ar quente e húmido trouxe nuvens baixas e má visibilidade no início de junho, perturbando os voos — uma recordação de que o nevoeiro, e não apenas as tempestades, imobiliza os aviões nos Açores.
Segundo o The Portugal News, uma massa de ar quente e húmido vinda de sudoeste trouxe nevoeiro e neblina generalizados aos Açores no início de junho de 2026, perturbando fortemente as operações aéreas e afetando centenas de voos.
Citando a meteorologista do IPMA Elsa Vieira, o artigo referiu que a massa de ar transportou elevados níveis de vapor de água para a região. A visibilidade desceu significativamente durante as primeiras horas da manhã, melhorou com o aquecimento da tarde e voltou a deteriorar-se ao anoitecer, com o nevoeiro concentrado sobretudo ao longo das costas sul das ilhas. O IPMA previu que as condições se manteriam ao longo da semana, intercaladas com períodos mais longos de céu limpo.
A partir de 1 de junho, a Azores Airlines acrescentou frequências semanais nas ligações ao continente, no âmbito de um plano da SATA para operar mais de 800 voos por semana no pico do verão.
Segundo o Jornal Açores 9, a Azores Airlines está a reforçar as suas ligações do verão de 2026 entre Portugal continental e três ilhas açorianas — Terceira, Faial e Pico —, acrescentando um voo semanal adicional em cada ligação a partir de 1 de junho. A companhia aérea vai operar cerca de 200 voos semanais entre o continente e o arquipélago, com partidas de Lisboa, Porto e Faro.
O grupo SATA, no seu conjunto, prevê mais de 800 voos por semana, com a capacidade a aumentar gradualmente até ao pico de julho e agosto, uma medida que a empresa afirmou responder ao aumento esperado da procura na época alta. O artigo referiu ainda que a Comissão Europeia exige que a privatização da Azores Airlines seja concluída até ao final de 2026, na sequência da aprovação, em 2022, de cerca de 453 milhões de euros em apoios estatais à reestruturação.
Os preços máximos dos combustíveis desceram a partir de 1 de junho — a gasolina cerca de 7 cêntimos e o gasóleo 14,7 cêntimos por litro —, o primeiro verdadeiro alívio para as famílias após uma primavera penosa.
Segundo o Açoriano Oriental, os preços máximos dos combustíveis nos Açores desceram a partir de 1 de junho de 2026, com a gasolina a baixar 7 cêntimos e o gasóleo 14,7 cêntimos por litro. O gasóleo agrícola e de pesca desceu 7,6 cêntimos por litro e o gás butano baixou 26,5 cêntimos por quilograma, enquanto o governo regional acrescentou um subsídio adicional de 10 cêntimos por litro no gasóleo para agricultores e pescadores.
O Secretário das Finanças atribuiu as reduções a dois efeitos: taxas regionais mais baixas do imposto sobre os produtos petrolíferos e movimentos dos preços internacionais das matérias-primas. O artigo referiu que o alívio se seguiu a fortes aumentos em maio, quando a gasolina tinha subido 21,7 cêntimos e o gasóleo 36,3 cêntimos por litro.
O desemprego registado desceu para 3 784 em junho, o valor mais baixo desde 2008 e menos 8,4% em termos homólogos, num mercado de trabalho que o governo classificou de notavelmente dinâmico.
Segundo o portal de emprego dos Açores (DRQPE), o desemprego registado na região desceu para 3 784 pessoas em junho de 2026, o nível mais baixo desde 2008. O valor representou uma descida de 8,4% face a junho de 2025 e menos 3,5% do que em maio de 2026.
As autoridades regionais descreveram o mercado de trabalho como estando em "pleno emprego", tendo o Secretário Regional do Emprego classificado a evolução como muito positiva e atribuindo-a à confiança das empresas e a políticas públicas de emprego eficazes. O artigo referiu ainda que a participação em programas ocupacionais tinha descido de 4 212 em junho de 2019 para 1 656 em junho de 2026, uma diminuição de 60,7%.
Enquanto as rendas desceram a nível nacional pelo quinto mês, a mediana dos Açores subiu cerca de 5% em termos homólogos, para 10,7 €/m², com Ponta Delgada nos 11,1 €/m² — a habitação insular a seguir o seu próprio caminho.
Segundo o idealista, as rendas das casas em Portugal continuaram a descer em junho de 2026, caindo 2,4% em termos homólogos para uma mediana de 16,3 € por metro quadrado — o quinto mês consecutivo de queda desde o máximo de 17 € atingido em outubro de 2025.
Os Açores contrariaram a tendência nacional, mantendo-se a mais acessível das sete regiões analisadas, com uma mediana de 10,7 € por metro quadrado, mas registando um aumento anual de 5,1%. Na capital regional, Ponta Delgada, a renda mediana atingiu 11,1 € por metro quadrado, uma subida homóloga de 3,6%, situando-se bastante abaixo dos 21,8 € de Lisboa.
Um número recorde de 5 570 residentes idosos recebeu o complemento solidário em junho, mais do que os cerca de 5 200 de janeiro — refletindo uma prestação mais generosa e a pobreza real na velhice.
Segundo o Açoriano Oriental, o Complemento Solidário para Idosos (CSI) atingiu um número recorde de 5 570 beneficiários nos Açores em junho de 2026, face a 5 217 em janeiro. O instituto regional da Segurança Social atribuiu o crescimento a três alterações legislativas.
Estas incluíram um valor de referência mais elevado — 630,67 € por mês em 2025 —, a eliminação das restrições de rendimento relativas aos filhos dos beneficiários, que tinha sido uma das principais barreiras de acesso, e o alargamento da elegibilidade aos pensionistas por invalidez, e não apenas aos reformados em idade de reforma. O artigo referiu que os números se tinham mantido relativamente estáveis entre 2016 e 2022 antes de um forte crescimento a partir de 2025, sendo que as mulheres representavam 3 760 dos beneficiários, contra 1 810 homens.
O desemprego registado desceu 8,7% em maio — uma das maiores quedas do país —, sublinhando um mercado de trabalho apertado nos Açores.
Segundo o Açoriano Oriental, o desemprego registado nos centros de emprego de Portugal desceu para 274 766 pessoas em maio, uma queda de 8,7 por cento face a maio de 2025 (menos 26 139) e uma descida de 3 por cento face a abril de 2026 (menos 8 524), com base em dados do IEFP. A quebra anual foi impulsionada por menos pessoas inscritas há menos de 12 meses, menos à procura de novo emprego e menos com mais de 25 anos.
O jornal noticia que todas as regiões melhoraram em termos homólogos, lideradas pelo Norte, com menos 12,3 por cento, seguido pelos Açores, com menos 11,3 por cento, e pela Madeira, com menos 9,7 por cento. Os maiores grupos de desempregados eram os trabalhadores não qualificados, o pessoal dos serviços e vendas e os especialistas científicos. A nível nacional, maio registou 34 618 novas inscrições, 11 321 ofertas de emprego recebidas e 7 822 colocações, todas em queda homóloga.
Dados publicados no final de maio mostraram que o número de passageiros desembarcados nos portos dos Açores voltou a descer em abril.
Segundo o Jornal Açores 9, que cita o Serviço Regional de Estatística (SREA), o número de passageiros desembarcados nos portos dos Açores voltou a descer em abril de 2026, o décimo mês consecutivo de queda. No total, desembarcaram 36 727 passageiros, menos 659 do que em abril de 2025, uma diminuição de 1,8 por cento.
Por ilha, o Pico registou 17 227 desembarques (menos 1,8 por cento), o Faial 16 488 (menos 1,5 por cento) e São Jorge 2 892 (menos 0,2 por cento), enquanto as Flores caíram 43,3 por cento para 59 e o Corvo 35,8 por cento para 61. Entre janeiro e abril, os desembarques acumulados atingiram 105 926 passageiros, menos 6 337 ou 5,6 por cento em termos homólogos. O jornal associa a quebra à redução do serviço de época baixa da Atlânticoline que liga as ilhas do grupo central e ocidental.
Novos dados colocam os Açores no topo das subidas dos preços das casas e das rendas do país, com os preços de compra em São Miguel a aproximarem-se dos 380 000 €.
Segundo o Diário dos Açores, que cita o barómetro de maio de 2026 do Imovirtual, os Açores lideraram Portugal nas subidas dos preços da habitação e das rendas. O preço médio das casas a nível nacional situou-se em 430 500 €, mais 3,7 por cento em termos homólogos, enquanto os Açores registaram o maior crescimento anual regional, de 22,2 por cento, com uma média regional em torno dos 220 000 €.
O jornal noticia que São Miguel apresentou um valor mediano das casas de 380 000 €, com uma ligeira queda mensal de 0,7 por cento, enquanto a Terceira atingiu 290 000 € após uma subida anual de 68,6 por cento. Nas rendas, os Açores registaram o maior aumento anual do país, de 35,3 por cento, com uma média de 1 150 € por mês, enquanto as rendas em São Miguel atingiram 1 200 €, mais 50 por cento em termos homólogos. A oferta limitada, a forte procura e o turismo foram apontados como fatores.
As ilhas ocidentais das Flores e do Corvo foram colocadas sob aviso amarelo devido a chuva forte no final de maio.
Segundo o Jornal Açores 9, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou as ilhas ocidentais dos Açores, Flores e Corvo, sob aviso amarelo devido a previsões de precipitação por vezes forte.
O jornal noticia que o aviso esteve em vigor desde as 21:00, hora local, de segunda-feira até às 12:00 de terça-feira. Refere que um aviso amarelo indica uma situação de risco para determinadas atividades dependentes das condições meteorológicas. O artigo não fornece valores específicos de precipitação nem menciona avisos adicionais para além do alerta amarelo de precipitação forte que afeta as duas ilhas ocidentais.
Face ao aumento dos combustíveis em maio, a região reduziu o imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP) e anunciou um pacote de medidas de apoio.
Segundo o Jornal Açores 9, o Governo dos Açores anunciou a 19 de maio de 2026 uma redução do imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP), a par de um pacote de medidas de apoio em resposta aos aumentos dos preços dos combustíveis em maio. O secretário regional Duarte Freitas afirmou que o corte do ISP significaria uma descida de entre 8 e 13 cêntimos na gasolina e no gasóleo.
O jornal noticia que o pacote incluiu um subsídio de 10 cêntimos por litro para o gasóleo agrícola, compensação temporária para o setor das pescas, apoio em bens alimentares e produtos de saúde para famílias de baixos rendimentos, ajustes de emergência do combustível para as associações de bombeiros, incentivos à conversão de contratos temporários em permanentes, aceleração da implementação do programa de eficiência energética Açores 2030 e ativação do regime de habitação CREDITHAB caso as taxas de referência subam. As medidas seguiram-se a aumentos, em maio, de 21,7 cêntimos na gasolina e 36,3 cêntimos no gasóleo.
As autoridades subiram o nível de alerta vulcânico no canal Faial–Pico após um aumento da atividade sísmica — a razão pela qual o grupo central se mantém em vigilância desde maio.
Segundo o Jornal Açores 9, o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA) subiu o alerta vulcânico do canal Faial-Pico do nível V0 para o nível V1 a 16 de maio de 2026, na sequência de um novo aumento da atividade sísmica de baixa magnitude.
O jornal noticia que a atividade se distribuía ao longo de uma linha estrutural de nordeste-sudoeste, que se estende de oeste da Madalena a norte do Lagido, abrangendo o sistema vulcânico submarino do Cachorro, com profundidades dos sismos que variavam entre cerca de 13 quilómetros e perto da superfície. O nível V1 corresponde a atividade fraca ligeiramente acima dos níveis de referência, de origem tectónica, hidrotermal ou magmática. O alerta deveria manter-se em vigor durante oito dias, salvo surgimento de nova informação. O CIVISA tinha descido o alerta para V0 a 21 de abril, após uma fase anterior de V1.
Um sismo de magnitude 4,6 atingiu São Jorge a 10 de maio, provocando uma queda de pedras — o abalo mais forte de um novo episódio sísmico na ilha.
Segundo o Jornal Açores 9, foi registado um sismo de magnitude 4,6 perto de Santo Antão, na ilha de São Jorge, às 12:21 (hora local) de 10 de maio de 2026, conforme confirmado pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). O abalo atingiu a intensidade V na escala de Mercalli modificada na freguesia de Santo Antão.
O órgão de comunicação social relata que se sentiram intensidades menores em várias outras freguesias, incluindo Doze Ribeiras, São Bartolomeu de Regatos, Vila Nova e Calheta. Segundo o IPMA, o evento não causou danos pessoais nem materiais. O artigo situa o sismo no contexto sísmico da região e explica que uma magnitude de 4,6 se enquadra na categoria de sismo ligeiro na escala de Richter.
O governo investiu mais 2 milhões de euros em formação profissional, parte de um esforço em torno de competências e emprego.
Segundo o Jornal Açores 9, o Governo dos Açores vai abrir um novo aviso de financiamento FSE+ no valor de 2 milhões de euros para a formação de trabalhadores. O financiamento destina-se à formação de trabalhadores de micro, pequenas e médias empresas.
O órgão de comunicação social relata que o anúncio foi feito por Maria João Carreiro, secretária regional da Juventude, Habitação e Emprego, durante a abertura da Feira da Indústria, Comércio e Serviços (FICSA) 2026, em Ponta Delgada. Carreiro afirmou que não há economia forte sem trabalhadores qualificados nem trabalhadores qualificados sem investimento contínuo na formação, acrescentando que o financiamento permitirá à região transformar necessidades reais de qualificação em desenvolvimento concreto de competências e em planos de formação à medida, desenvolvidos em parceria com as empresas. O artigo não especifica o número esperado de formandos.
A cidade lançou um plano especial de limpeza e reforço policial para as enormes multidões do Santo Cristo em meados de maio.
Segundo o Jornal Açores 9, a Câmara Municipal de Ponta Delgada anunciou um plano especial de limpeza e recolha de resíduos para as festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, que começaram a 8 de maio de 2026 e decorreram até 14 de maio. O plano reforçou os meios humanos e mecânicos, incluindo mais de 100 contentores adicionais de 800 litros para resíduos orgânicos, indiferenciados, recicláveis, vidro, papel e óleos alimentares, equipas permanentes de limpeza e recolhas diárias.
O órgão de comunicação social relata que as operações reforçadas se prolongaram até 17 de maio e visaram zonas de grande movimento, como a Avenida Infante D. Henrique, a Avenida Kopke, a Avenida Marginal e o Campo de São Francisco. A Polícia de Segurança Pública (PSP) anunciou também uma maior presença nas ruas para reforçar a visibilidade e a prevenção da criminalidade durante as celebrações, que atraem milhares de devotos.
Em torno das festas do Santo Cristo, o Convento da Esperança, em Ponta Delgada — casa da venerada imagem —, abriu para visitas guiadas a 12 e 13 de maio.
Segundo o Jornal Açores 9, o Santuário do Senhor Santo Cristo dos Milagres está a organizar visitas guiadas ao Convento da Esperança, em Ponta Delgada, a 12 e 13 de maio de 2026, das 09:30 às 12:00 (hora local). A entrada faz-se pela porta do convento na Avenida Roberto Ivens, sem necessidade de reserva prévia e com participação gratuita.
O órgão de comunicação social relata que as visitas em português começam às 09:30 e as visitas em inglês às 10:00, com novos grupos a partir de 30 em 30 minutos até às 11:30, cada um limitado a 30 visitantes. A iniciativa, realizada pela primeira vez durante as festas do Santo Cristo, pretende aproximar os fiéis e os visitantes deste importante património religioso e cultural no Campo de São Francisco.
Vozes do turismo classificaram a perda da Ryanair como preocupante, insistindo que as ilhas mantêm um forte apelo internacional.
Segundo o Jornal Açores 9, Carlos Moura, da associação da hotelaria e restauração portuguesa AHRESP, considerou a saída da Ryanair dos Açores muito preocupante para o turismo e a hotelaria. Afirmou que a redução das ligações aéreas diminui diretamente a procura no alojamento, na restauração e no comércio local e que, sem a concorrência low-cost, os preços médios das viagens tendem a subir substancialmente consoante a origem, a companhia e a época.
Moura observou que o turismo já dava sinais de fragilidade em 2025, apesar de cerca de um milhão de hóspedes e 3,1 milhões de dormidas, com o mercado espanhol a recuar 2% e o francês 1%. Ainda assim, sustentou que os Açores continuam a ser um destino com um enorme potencial e um apelo reconhecido internacionalmente, embora tenha sublinhado que a competitividade depende da conectividade aérea e de preços competitivos. A Ryanair detinha cerca de 20% do tráfego em Ponta Delgada.
As festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres — a maior festa religiosa dos Açores — começaram em Ponta Delgada, atraindo emigrantes e visitantes de regresso à terra.
Segundo o Jornal Açores 9, as festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, em Ponta Delgada, São Miguel, decorrem de 5 a 14 de maio de 2026, começando com um tríduo preparatório. O órgão de comunicação social descreve o evento como a segunda maior celebração religiosa de Portugal, a seguir a Fátima, atraindo todos os anos milhares de peregrinos das nove ilhas dos Açores, de Portugal continental, dos Estados Unidos e do Canadá.
O programa inclui a procissão do Ecce Homo pelo Campo de São Francisco no sábado e a procissão principal pela cidade no domingo, uma tradição que remonta a 1700, além de missas, concertos filarmónicos e fogo de artifício. O cardeal António Marto preside e o núncio apostólico Andrés Carrascosa Coso participa pela primeira vez. O município atribuiu 50 000 euros à Irmandade organizadora.
Os preços máximos dos combustíveis subiram acentuadamente a partir do início de maio, aumentando a pressão sobre as famílias, os agricultores e os pescadores.
Segundo o Açoriano Oriental, os preços máximos dos combustíveis nos Açores subiram acentuadamente a partir de sexta-feira, 1 de maio de 2026. O gasóleo rodoviário aumentou 36,3 cêntimos para 2,004 € por litro, enquanto a gasolina sem chumbo de 95 octanas subiu 21,7 cêntimos para 1,921 € por litro. O gasóleo agrícola ficou fixado em 1,633 € por litro e o gasóleo para a pesca artesanal e de pequena escala em 1,443 € por litro.
O órgão de comunicação social relata que o gás de petróleo liquefeito também subiu, 36,9 cêntimos por quilograma. O butano em garrafas de 26 litros ou mais ficou a 2,208 € por quilograma e, em garrafas leves de 24 litros, a 2,408 € por quilograma. O artigo apresenta as alterações como aumentos significativos em toda a região.
A SATA reiterou o seu foco em garantir um serviço consistente nas rotas dos Açores após a saída da Ryanair.
Segundo o Jornal Açores 9, a SATA afirmou, a 30 de abril de 2026, que continuava focada em assegurar respostas de mobilidade «consistentes e sustentáveis» para satisfazer as necessidades locais e turísticas após a saída da Ryanair dos Açores a 29 de março. A companhia aérea afirmou que iria ajustar as operações à procura e acompanhar de perto as taxas de ocupação e o comportamento do mercado.
A notícia refere que, com a saída da Ryanair, as ligações aéreas entre os Açores e Portugal continental passam a ser asseguradas exclusivamente por duas transportadoras públicas, a SATA Internacional/Azores Airlines e a TAP, prevendo-se que a TAP lance uma rota Porto–Terceira a 1 de julho, com quatro voos semanais. A Câmara de Comércio de Ponta Delgada alertou para cortes significativos de capacidade no verão e estimou potenciais danos económicos regionais de cerca de 160 milhões de euros. O presidente do Governo Regional, José Manuel Bolieiro, reiterou o compromisso de procurar soluções minimizadoras dos danos e de reforçar a capacidade aérea onde for viável.
Os dados oficiais mostraram que as dormidas voltaram a cair em março — um dos primeiros registos do que viria a ser uma longa série de quedas.
Segundo o Jornal Açores 9, que cita o Serviço Regional de Estatística (SREA), as dormidas turísticas nos Açores caíram 2,4% em março face ao mesmo mês do ano anterior, a sexta descida mensal consecutiva. A região registou cerca de 243 400 dormidas em hotéis, alojamento local e turismo rural, provenientes de cerca de 78 000 hóspedes, uma queda de 2,9%, com uma estada média de 3,12 noites.
Os visitantes estrangeiros representaram 53,7% das dormidas (130 800 noites), enquanto o mercado interno recuou 9,3% para 112 600. Os Estados Unidos lideraram os mercados externos, com 30 000 dormidas, seguidos da Alemanha (24 700) e do Canadá (17 000). Os hotéis representaram 63,9% das dormidas e o alojamento local 32,7%. Só Graciosa, Flores, Terceira e São Jorge cresceram, enquanto São Miguel representou 70,9% das dormidas em hotéis e alojamento local. Portugal, no seu conjunto, cresceu 1,4% em março.
Uma associação de consumidores instou o governo a atenuar novas subidas dos preços dos combustíveis que afetam as famílias das ilhas.
Segundo o Jornal Açores 9, a Associação de Consumidores da Região Açores (ACRA) pediu, a 29 de abril de 2026, ao Governo Regional medidas para atenuar a subida dos preços dos combustíveis, manifestando «profunda preocupação» com aumentos que, afirmou, afetam significativamente a economia regional, as famílias e os trabalhadores. A associação apelou a maior transparência, rigor e eficácia na política de preços da energia da região.
A notícia enumera os novos preços em vigor nessa sexta-feira: gasolina a 1,921 € por litro, gasóleo rodoviário a 2,004 €, gasóleo agrícola a 1,633 € e gasóleo de pesca a 1,443 €. Em resposta, o secretário regional das Finanças afirmou que o governo iria manter em maio um desconto no ISP de cerca de 3,5 cêntimos por litro na gasolina e 4 cêntimos no gasóleo, com um custo de cerca de 3 milhões de euros em receita não cobrada, observando que as subidas resultam dos mercados internacionais e de fatores geopolíticos fora do controlo regional.
O Governo Regional afirmou estar a trabalhar em «soluções minimizadoras dos danos» causados pela perda das rotas da Ryanair.
Segundo o Jornal Açores 9, o presidente do Governo Regional, José Manuel Bolieiro, afirmou, a 29 de abril de 2026, que o Governo dos Açores estava a pressionar para encontrar «soluções minimizadoras dos danos» depois de a Ryanair ter terminado as suas operações no arquipélago a 29 de março. Reconheceu tratar-se de uma situação difícil, sem remédios administrativos no âmbito da competência do Governo Regional, descrevendo-a como «não uma solução que o Governo tenha na sua carteira».
Bolieiro observou que reduções semelhantes no serviço da Ryanair já tinham ocorrido antes e sido absorvidas através da adaptação do mercado. Afirmou que, no verão de 2026, os Açores teriam cerca de 16 companhias aéreas em operação — descrito como um recorde —, embora as ligações a Portugal continental não igualassem os níveis anteriores. A notícia recorda que a Ryanair, que operava nos Açores desde 2015, invocou as elevadas taxas aeroportuárias e a inação do governo, e que o CEO Michael O'Leary tinha excluído reverter a decisão.
Uma visita oficial a São Jorge foi cancelada com o agravamento do mau tempo — o tipo de perturbação de finais de abril que ainda apanha desprevenidas as viagens entre ilhas.
Segundo o Jornal Açores 9, o Governo Regional dos Açores cancelou a sua visita oficial a São Jorge a 28 de abril de 2026 devido ao mau tempo que impediu as viagens aéreas, tendo uma fonte do governo referido que estava a ser ponderada uma segunda data. A delegação saiu de São Miguel de manhã e deslocou-se à Terceira para um voo de ligação, mas ficou retida no Aeroporto das Lajes com o agravamento das condições.
A notícia refere que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera tinha emitido um aviso amarelo para as ilhas do grupo central, incluindo São Jorge, até às 21:00 (hora local) devido a chuva forte. A câmara municipal da ilha tinha-se preparado para pressionar o governo por esforços contínuos e ajustados na acessibilidade aérea e marítima. Ao abrigo do Estatuto dos Açores, o governo tem de visitar cada ilha pelo menos uma vez por ano; um cancelamento semelhante ocorreu a 3 de fevereiro numa visita prevista à Graciosa.
Um sismo de magnitude 3,4 foi sentido na Terceira a 23 de abril — um dos muitos abalos sentidos nas ilhas ao longo do ano.
Segundo o Jornal Açores 9, que cita o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), um sismo de magnitude 3,4 foi sentido na Terceira na madrugada de 23 de abril de 2026. O abalo ocorreu às 00:20 (hora local) (01:20 em Lisboa), com o epicentro a cerca de 12 quilómetros a nordeste de Santa Cruz, no concelho da Praia da Vitória. Atingiu a intensidade máxima IV–V na escala de Mercalli modificada nas Lajes e na Praia da Vitória, e o IPMA não registou danos pessoais nem materiais.
A notícia enquadra o evento num contexto mais amplo de maior atividade sísmica, observando que os Açores registaram mais de 20 000 sismos em 2025, 148 dos quais sentidos pela população. Associa a atividade ao vulcão de Santa Bárbara, na Terceira, que está acima do normal desde junho de 2022, com o nível de alerta elevado em junho de 2024 e novembro de 2025.
A CGTP/Açores alertou que a subida dos custos estava a agravar as dificuldades financeiras dos trabalhadores das ilhas.
Segundo o Jornal Açores 9, a estrutura dos Açores da central sindical CGTP-IN alertou, a 15 de abril de 2026, para o agravamento das dificuldades financeiras dos trabalhadores e reformados, apesar do crescimento económico regional. Afirmou que os preços de bens essenciais, como a alimentação, a energia e a habitação, tinham subido muito mais depressa do que os salários, enquanto as grandes empresas continuavam a apresentar lucros recorde.
O sindicato criticou as reformas laborais propostas pelo governo nacional, considerando-as um «retrocesso incompreensível» no direito do trabalho, e queixou-se de que a CGTP-IN tinha sido excluída das negociações. A nível regional, opôs-se à privatização prevista de duas subsidiárias rentáveis da empresa de eletricidade dos Açores, a EDA, prevendo custos de eletricidade mais elevados e perdas de emprego. O coordenador Rui Teixeira apelou às autoridades regionais para que abordem a distribuição da riqueza, alertando que os Açores não podem tornar-se uma região que bate «sucessivos recordes: crescimento económico e pobreza», e instou o governo a reforçar o diálogo social.
O governo reforçou a orientação vocacional para reduzir o número de jovens açorianos que não estudam, não trabalham nem seguem formação (NEET).
Segundo o Jornal Açores 9, o Conselho Económico e Social dos Açores (CESA) apresentou um estudo que propõe apoio individualizado e consenso político para responder aos cerca de 7 800 jovens da região classificados como NEET — que não estudam, não trabalham nem seguem formação. Destes, 3 200 estão inscritos nos serviços públicos de emprego e mais de 4 000 não estão registados em nenhuma entidade. O estudo situa a atual taxa de NEET em 14,1%, com metas de 10% até 2032 e 6% até 2036, e estima um impacto económico negativo de cerca de 150 milhões de euros.
O estudo recomenda 21 medidas, incluindo apoio individual, deteção sistemática, mapeamento de competências, alargamento da formação profissional e mais bolsas de estudo, a par de medidas em matéria de habitação e saúde. A secretária da Juventude, Habitação e Emprego, Maria João Carreiro, afirmou que o governo iria reforçar a orientação vocacional nas escolas para evitar que os jovens se tornem NEET.
Analistas observaram que a SATA e a TAP não acrescentaram lugares equivalentes aos que a Ryanair retirou, deixando uma verdadeira lacuna de capacidade.
Segundo o Jornal Açores 9, Sónia Avelar, professora de turismo na Universidade dos Açores, afirmou que a SATA e a TAP não disponibilizaram capacidade equivalente à que a Ryanair retirou quando cessou as operações nos Açores a 29 de março de 2026. Declarou que qualquer compensação «será parcial, mas não equivalente», sublinhando que as ilhas, enquanto território ultraperiférico, são estruturalmente vulneráveis a perturbações no acesso aéreo.
Avelar observou que as companhias de baixo custo como a Ryanair atraíram viajantes sensíveis ao preço e ajudaram a impulsionar o crescimento do turismo após a liberalização do mercado aéreo em 2015, e alertou que a saída poderá reverter esses ganhos. Apontou a sensibilidade ao preço, a frequência de voos, as rotas diretas e a diversidade de mercados emissores como fatores que a TAP e a SATA poderão não replicar totalmente, e recomendou diversificar companhias aéreas e mercados, proteger a mobilidade dos residentes e reforçar o valor global do destino em vez de competir apenas nas tarifas aéreas.
O fim dos voos da Ryanair atingiu as reservas da semana da Páscoa no alojamento local das ilhas — um primeiro sinal do aperto pós-Ryanair.
Segundo a RTP Açores, a saída da Ryanair dos Açores, efetiva a 29 de março de 2026, já está a afetar o setor do turismo antes da Páscoa. A Associação do Alojamento Local (ALA) informou que mais de metade das unidades de alojamento local tinham uma ocupação inferior a 50% no período da Páscoa, enquanto cerca de um terço não tinha quaisquer reservas. O seu presidente, João Pinheiro, descreveu a Páscoa como o «primeiro teste» do setor na sequência da redução da capacidade aérea.
A notícia refere que o alojamento local representa 62% da capacidade de alojamento do arquipélago, cerca de 4600 unidades. Pinheiro alertou que a menor conectividade afetaria também a restauração, o comércio e os serviços associados, e que os Açores corriam o risco de perder competitividade face a destinos como o Algarve, Madeira e as Canárias. Sem investimento no turismo e na mobilidade aérea, afirmou que alguns proprietários poderiam ser forçados a vender ou arrendar as suas unidades.
Angra do Heroísmo revelou o tema e o cartaz das suas Sanjoaninas — a grande festa de rua da Terceira em junho — para que o planeamento do verão possa começar.
Segundo o Diário dos Açores, a câmara municipal de Angra do Heroísmo revelou o tema e o cartaz das Sanjoaninas 2026, que decorrerão de 19 a 28 de junho na cidade Património Mundial da UNESCO. O tema é «Angra e a Açorianidade», concebido por Tomé Ribeiro Gomes, com o cartaz criado por Rúben Quadros Ramos. A edição coincide com o 50.º aniversário da autonomia açoriana.
A notícia descreve as Sanjoaninas como a maior celebração dos Açores, atraindo milhares de visitantes ao longo de dez dias, com concertos em vários palcos, cortejos temáticos, tasquinhas, exposições, eventos desportivos, marchas populares e tradições tauromáquicas. O vice-presidente da câmara, Guido Teles, afirmou que a festa é «um excelente postal da nossa identidade» e um contributo importante para o desenvolvimento económico do município, assinalando o aniversário da autonomia através das festas populares.
Dias após a saída da Ryanair, os agentes económicos açorianos pressionaram por um «reforço imediato» das ligações aéreas para proteger o verão.
Segundo o Jornal Açores 9, várias entidades representativas da economia açoriana — incluindo a associação de alojamento local, a Câmara do Comércio e Indústria, a federação agrícola e a associação portuguesa de hotelaria — emitiram um comunicado conjunto a 1 de abril de 2026 a exigir um reforço imediato das ligações aéreas do arquipélago. Consideraram tratar-se de uma situação que exige «uma resposta firme, coordenada e imediata», alertando para riscos como a perda de procura, a redução da atividade económica, a perda de postos de trabalho e o despovoamento.
As organizações propuseram a criação de um Fundo de Desenvolvimento de Rotas para atrair companhias aéreas, reforçar rotas existentes, aumentar frequências e alargar as operações de verão a todo o ano, e instaram a aumentar o orçamento de promoção turística para 20 milhões de euros. O apelo surgiu três dias depois de a Ryanair ter terminado a sua operação de 11 anos nos Açores, num contexto de seis meses consecutivos de queda nas dormidas, incluindo uma descida de 5,9% em fevereiro face ao ano anterior.
A Ryanair operou as suas últimas rotas nos Açores a 29 e 30 de março, retirando a ligação de baixo custo que alargara o acesso desde 2015 — o acontecimento central por trás de um ano de preocupações com a conectividade.
Segundo o The Portugal News, a Ryanair operou o seu último voo para os Açores a 29 de março de 2026, terminando o serviço para o arquipélago português. Os agentes económicos estimaram que a companhia transportava mais de 100 000 turistas por ano para as ilhas, o que representava perto de 10 por cento das dormidas, e projetaram um impacto económico anual superior a 160 milhões de euros.
A publicação refere que os setores do turismo e da hotelaria enfrentam uma perturbação significativa. Miguel Quintas, presidente da Associação Nacional das Agências de Viagens (ANAV), alertou que os efeitos poderão ser imediatos e poderão fazer subir os preços das viagens para os Açores. Figuras do setor observaram que as consequências se estenderiam para além dos hotéis à restauração, ao artesanato, às atividades culturais e ao emprego nas empresas associadas.
O governo disse esperar que a SATA e a TAP cobrissem as rotas deixadas pela Ryanair — uma afirmação que a oposição contestou de imediato.
Segundo o Jornal Açores 9, o vice-presidente do governo regional dos Açores, Artur Lima, afirmou que as companhias de bandeira da região poderiam compensar a saída da Ryanair, declarando que a SATA e a TAP têm condições para resolver e compensar a saída. Indicou que as duas companhias poderiam responder aumentando a frequência de voos ou utilizando aeronaves maiores para aumentar os lugares disponíveis.
A publicação refere que Lima disse que o governo estava a estudar a situação em detalhe antes de reforçar o número de voos com a SATA e a TAP. Desvalorizou como exagerado o valor apontado pelas associações empresariais de cerca de 100 000 passageiros anuais da Ryanair. O governo sublinhou ainda a proteção do Subsídio de Mobilidade Social, alertando contra retrocessos, uma vez que a suspensão das exigências de verificação de rendimentos estava prevista para terminar a 31 de março de 2026.
O PS/Açores defendeu que o destino não pode sustentar-se apenas com a capacidade da TAP e da SATA depois da saída da Ryanair.
Segundo o Jornal Açores 9, o líder do PS/Açores, Francisco César, defendeu que o destino não pode sustentar-se apenas com a capacidade da TAP e da SATA na sequência da saída da Ryanair, que produziu efeitos a 29 de março de 2026, após 11 anos de serviço. Descreveu a dependência do governo em relação às duas companhias como uma mentalidade das décadas de 1980 e 1990 e afirmou que a administração não compreendia como funcionam os mercados nem as economias.
A publicação refere que César apelou a mais companhias privadas e competitivas, citando a Madeira, onde a EasyJet, a Ryanair, a Wizz Air e a TAP concorrem e fazem descer os preços, ao mesmo tempo que promovem o destino. O governo regional, liderado por José Manuel Bolieiro, reconheceu estar a procurar aumentos de capacidade junto da TAP e da SATA, ao mesmo tempo que procura soluções de médio prazo para atrair outras companhias aéreas. A Ryanair invocou as taxas aeroportuárias e as taxas ambientais da UE para a sua saída.
Com os últimos voos da Ryanair nos Açores previstos para esse fim de semana, o setor do alojamento local preparava-se para um abalo nas reservas.
Segundo o Jornal Açores 9, o setor do turismo açoriano preparava-se para perturbações à medida que a Ryanair se preparava para operar os seus últimos voos para as ilhas nesse fim de semana, pondo fim a uma ligação de baixo custo iniciada em 2015. A Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD) estimou uma redução anual do PIB regional entre 90,1 e 104,5 milhões de euros, ou 1,5 a 1,7 por cento do PIB regional, representando a Ryanair cerca de 7,5 a 8,7 por cento das dormidas.
A publicação refere que hotéis, restaurantes, empresas de aluguer de automóveis e operadores de atividades manifestaram preocupação com a quebra de reservas, prevendo-se efeitos imediatos no período da Páscoa. O presidente do governo regional, José Manuel Bolieiro, afirmou que o governo estava a trabalhar em soluções, enquanto a secretária do Turismo, Berta Cabral, indicou que estava a cooperar com a TAP e a SATA para responder à saída da companhia.
Os organizadores das festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, em Ponta Delgada, definiram como tema da festa de maio rezar pela paz no mundo.
Segundo o Jornal Açores 9, o reitor do Santuário do Senhor Santo Cristo dos Milagres, Manuel Carlos Alves, anunciou numa conferência de imprensa a 26 de março de 2026 que a festa deste ano em Ponta Delgada convidaria os participantes a rezar pela paz no mundo, num momento descrito como marcado por conflitos e divisões. As festas estão agendadas de 8 a 14 de maio de 2026.
A publicação refere que o cardeal António Marto, bispo emérito de Leiria-Fátima, presidirá, contando também com a participação do núncio apostólico em Portugal. Entre os destaques estão a iluminação de abertura a 8 de maio e a missa solene e a procissão a 10 de maio. A imagem envergará um novo manto bordado a ouro oferecido por emigrantes nos Estados Unidos, e o cálice da visita de João Paulo II em 1991 será utilizado na missa.
A gasolina subiu 6,9 cêntimos e o gasóleo 12 cêntimos por litro a partir do final de março, à medida que o governo regional reduziu o seu corte no imposto sobre os produtos petrolíferos.
Segundo o Jornal Açores 9, os preços da gasolina e do gasóleo nos Açores subiram a partir de 1 de abril de 2026, com a gasolina a aumentar 6,9 cêntimos e o gasóleo 12 cêntimos por litro. O governo regional (PSD/CDS-PP/PPM) atribuiu os aumentos à volatilidade do preço do petróleo associada às tensões no Médio Oriente, e afirmou ter reduzido a sua redução do imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP) para atenuar o impacto nos consumidores.
O secretário regional das Finanças, Duarte Freitas, afirmou que os aumentos que os açorianos enfrentariam a 1 de abril seriam cerca de um quarto dos aumentos nacionais, que estimou em 24,9 cêntimos para a gasolina e 46,9 cêntimos para o gasóleo. A publicação refere que a medida regional do ISP teve um custo de cerca de três milhões de euros, e os responsáveis apresentaram-na como prova da disponibilidade do governo para apoiar os residentes.
O PS/Açores assinalou uma quebra no turismo e criticou aquilo a que chamou a falta de uma estratégia clara de promoção do destino.
Segundo o Jornal Açores 9, o líder do PS/Açores, Francisco César, alertou que a região enfrentava dificuldades económicas significativas devido a uma quebra no turismo, descrevendo os Açores como a única região do país onde o turismo estava a diminuir. Criticou o governo por não ter uma estratégia de promoção coerente e por um investimento insuficiente na acessibilidade.
A publicação refere que César citou uma ocupação do alojamento local de 50 por cento, 70 por cento das unidades sem clientes em janeiro, menos 8 por cento de camas disponíveis na época alta e uma queda homóloga de 9,9 por cento nas dormidas de janeiro, o quinto mês consecutivo de descida. Recordou a perda da EasyJet em 2017 e a recente saída da Ryanair, e contrastou o stand da região na feira BTL, de 800 000 euros, com os 160 000 euros da Madeira. O partido apelou a que se dê prioridade à acessibilidade e a uma estratégia de turismo clara e mensurável.
A região aumentou os apoios de alojamento e deslocação para os docentes colocados longe de casa — aliviando uma tensão permanente de falta de pessoal nas ilhas.
Segundo o Jornal Açores 9, o governo regional dos Açores anunciou o reforço do apoio financeiro aos docentes colocados nas escolas e ilhas com maior carência de pessoal da região, com efeitos a partir do ano letivo de 2026/27. A medida foi apresentada pela secretária regional da Educação, Cultura e Desporto, Sofia Ribeiro.
A publicação refere que o apoio ao alojamento foi fixado em 500 euros por mês ao longo do ano letivo, num total de 6000 euros por ano por docente elegível, a par de uma viagem aérea anual de ida e volta dentro de Portugal, com limite máximo na Tarifa Açores ou no Subsídio de Mobilidade Social. A elegibilidade exige um compromisso mínimo de três anos na escola atribuída e a prova de um contrato de arrendamento ou da propriedade de um imóvel na ilha. O governo afirmou que o objetivo era promover a estabilidade do corpo docente qualificado nas escolas mais carenciadas, na sequência das preocupações dos sindicatos com a falta de professores.
Foi apresentado um pré-aviso de greve às horas suplementares na transportadora inter-ilhas — a acompanhar se tiver voos entre ilhas reservados.
Segundo o Jornal Açores 9, os sindicatos da aviação SITAVA e SINTAC apresentaram um pré-aviso de greve a 9 de março de 2026 na SATA Air Açores, a transportadora que opera os voos inter-ilhas, com a ação a iniciar-se a 24 de março de 2026 por tempo indeterminado. O pré-aviso abrange todo o trabalho suplementar em dias úteis, dias de descanso complementar e dias de descanso semanal.
A publicação refere que os sindicatos se opõem à privatização prevista dos serviços de assistência em escala (handling) da companhia, argumentando que a decisão criaria precariedade e instabilidade operacional e que os direitos dos trabalhadores não estão salvaguardados. O presidente da SATA, Tiago Santos, respondeu que a privatização é um compromisso assumido pela SATA e pelos governos português e açoriano perante a Comissão Europeia, exigido como condição do apoio estatal da UE que salvou o grupo SATA em 2022.
As entidades reguladoras autorizaram a pesca tradicional do atum ao salto e vara nas áreas de proteção alta da nova rede marinha — equilibrando a pesca com a conservação.
Segundo o Diário dos Açores, a Assembleia Legislativa Regional dos Açores aprovou uma segunda alteração ao Decreto Legislativo Regional n.º 14/2024/A, publicada no Jornal Oficial a 4 de março de 2026, autorizando a pesca comercial do atum ao salto e vara nas zonas de proteção alta da Rede de Áreas Marinhas Protegidas dos Açores (RAMPA). A alteração mantém a proibição geral de atividades extrativas, mas permite esta pesca como um uso muito específico e de impacto mínimo.
A publicação refere que a autoridade de gestão da RAMPA pode autorizar a pesca ao salto e vara em condições ainda a definir, a par da investigação científica e de atividades educativas. A legislação caracteriza o método como seletivo e sem capturas acessórias, e inclui disposições relativas à cogestão, ao desenvolvimento da cadeia de abastecimento e tecnológico, ao pagamento pelo governo dos mecanismos de apoio no prazo de 90 dias após o financiamento, a avaliações pós-época e à continuação dos programas de observação da pesca.
Cerca de 450 tunos de tunas académicas de todo o país convergiram para Ponta Delgada para o 25.º El Açor — um fim de semana animado de serenatas académicas.
Segundo o Jornal Açores 9, Ponta Delgada acolheu a 25.ª edição do El Açor, um festival internacional de tunas académicas, de 18 a 21 de março de 2026, reunindo cerca de 450 participantes universitários. Organizado pelos Tunídeos, o evento contou com cerca de dez grupos a atuar e a competir, com as principais atuações a realizarem-se no Coliseu Micaelense a 20 e 21 de março.
A publicação refere que entre os grupos em competição estiveram a Transmontuna, a TUMa da Madeira, a TAISEP do Porto, a TAFUL de Lisboa, a FAN de Coimbra e a Estudantina Académica de Castelo Branco, a par de tunas açorianas locais. O programa incluiu também um passeio que passou pelas Sete Cidades e pelo miradouro da Vista do Rei. O festival contou com o apoio da direção regional da juventude do governo regional, da Câmara Municipal de Ponta Delgada e da Junta de Freguesia de São José.
Com a quebra das reservas, os empresários açorianos instaram o governo a adotar medidas estruturais para estabilizar o turismo.
Segundo o Jornal Açores 9, os empresários açorianos manifestaram preocupação com o declínio do turismo e apelaram ao governo para introduzir medidas estruturais. Gualter Couto, presidente da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada, juntamente com a representante da associação de hotelaria Andreia Pavão e o presidente da associação de alojamento local João Pinheiro, citaram uma quebra homóloga de 9,9 por cento nas dormidas em janeiro de 2026, o quinto mês consecutivo de declínio, com 70 por cento das unidades de alojamento local a não registarem hóspedes nesse mês.
O órgão de comunicação social refere que os responsáveis procuraram medidas para combater a sazonalidade, incluindo uma abordagem segmentada e assente em dados, estadias médias mais longas e a manutenção do acesso aéreo direto, sobretudo após a saída da Ryanair e um previsto corte de 9 por cento na capacidade de voos internacionais no verão. Couto rejeitou a caracterização do governo da situação como um mero patamar, afirmando que a preparação não podia ser reativa.
Foi anunciada para maio uma nova rota direta entre a Terceira e a Madeira — uma rara ligação entre ilhas que dispensa o continente.
Segundo o Jornal Açores 9, a Azores Airlines vai lançar uma ligação aérea direta entre a Terceira e a Madeira a 7 de maio de 2026. O serviço arranca com um voo semanal às quintas-feiras, aumentando para dois voos semanais durante o pico de junho a setembro, quando é acrescentado um voo adicional à segunda-feira; cada partida tem regresso no dia seguinte.
O órgão de comunicação social refere que a nova rota complementa os voos existentes Ponta Delgada–Funchal, elevando o total de frequências semanais entre os dois arquipélagos para 12 durante o verão. A ligação decorre das obrigações de serviço público atualizadas, parte de um contrato de 62,5 milhões de euros atribuído ao consórcio SATA/TAP para 2026–2031, que abrange várias rotas Açores–continente e Açores–Madeira. O artigo não especifica o tipo de aeronave nem os preços dos bilhetes.
Os responsáveis apontaram as paisagens protegidas e a biodiversidade das ilhas como aquilo que distingue os Açores internacionalmente — o pano de fundo da vida quotidiana aqui.
Segundo o Jornal Açores 9, Alonso Miguel, Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, afirmou que o património natural do arquipélago é um diferenciador significativo para os Açores a nível internacional, falando na bolsa de turismo BTL, em Lisboa, durante um evento organizado pelo Azores Geopark subordinado ao tema “9 Ilhas – 1 Geoparque: Uma Estratégia Integrada para o Turismo Sustentável.”
O órgão de comunicação social refere que afirmou que esta riqueza natural conquistou um profundo reconhecimento internacional através de vários prémios e estatutos, incluindo a admissão do Azores Geopark na Rede Mundial de Geoparques da UNESCO em 2015, e classificou-a como um ativo turístico extraordinário e um catalisador de desenvolvimento económico e social. Assinalou que o Geoparque integra 122 geossítios nas nove ilhas e nos fundos marinhos envolventes, sete deles de importância internacional, e destacou o trabalho de financiamento, dotação de pessoal e monitorização do seu departamento.
O governo regional destacou o contributo dos trabalhadores do turismo para a reputação do destino, antes de um verão ensombrado pela saída da Ryanair.
Segundo o Jornal Açores 9, a Secretária Regional do Emprego, Maria João Carreiro, afirmou que o mérito pela qualidade dos Açores enquanto destino pertence, antes de mais, aos seus trabalhadores, falando durante um painel intitulado “Açores – Fidelizar pela Saudade” na bolsa de turismo BTL, em Lisboa, em 2026. Citou os profissionais da hotelaria, restauração, atividades turísticas, transportes e serviços culturais.
O órgão de comunicação social refere que reafirmou o compromisso do governo em elevar as qualificações dos trabalhadores e a competitividade do setor. Entre os números apresentados constavam mais de 6.700 trabalhadores açorianos contratados através da medida CONTRATAR desde 2021, 26 por cento dos quais no turismo; 90 por cento das 3.835 vagas de turismo registadas preenchidas; mais de 1.600 desempregados abrangidos por formação de curta duração; e 2.640 pessoas certificadas através de mais de 220 ações de formação. O desemprego regional manteve-se abaixo dos 5.000 durante 32 meses consecutivos.
A Autoridade Marítima e a Marinha emitiram avisos de mar agitado e ventos fortes em todos os Açores no final de fevereiro.
Segundo o Jornal Açores 9, a Autoridade Marítima Nacional e a Marinha alertaram para mar agitado e ventos fortes em todos os Açores desde a noite de 23 de fevereiro de 2026 até à madrugada de 25 de fevereiro. O Grupo Ocidental (Flores e Corvo) enfrentou as condições mais severas, sendo o Grupo Central também significativamente afetado e o Grupo Oriental menos.
O órgão de comunicação social refere ondas de oeste com alturas significativas de cerca de 10 metros e máximas até 18 metros, e ventos médios de cerca de 84 km/h com rajadas a atingir 152 km/h. Foram emitidos avisos vermelhos para o Grupo Ocidental, laranja para o Grupo Central e amarelo de forma mais alargada. As autoridades aconselharam as embarcações de pesca e de recreio a regressar a portos seguros e instaram a população a manter-se afastada de praias, arribas e zonas expostas às ondas.
O mau tempo de fevereiro obrigou ao encerramento de duas ruas na Vila do Corvo — uma recordação de quão exposta está a ilha mais pequena à ondulação atlântica.
Segundo o Jornal Açores 9, duas ruas da Vila do Corvo foram encerradas ao trânsito a 23 de fevereiro de 2026 devido ao mau tempo severo. Os encerramentos afetaram a Rua Padre Leonete Vieira do Rêgo e um troço da Rua Padre Eugénio Coelho de Rita, entre o Caminho das Pedras Vermelhas e a zona de estacionamento a sul da pista, e vigoraram das 16h00 até às 08h00 do dia seguinte.
O órgão de comunicação social refere que a medida foi ordenada por Óscar Rocha, vice-presidente da câmara municipal do Corvo, num momento em que um sistema de ar frio trouxe condições extremas ao arquipélago. Assinala que os ventos podiam atingir cerca de 110 km/h no Grupo Ocidental e as ondas até 19 metros, tendo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera emitido alertas vermelho e laranja para as Flores e o Corvo.
A Atlânticoline cancelou as travessias no triângulo Faial–Pico–São Jorge com a passagem do temporal do final de fevereiro — o sinal habitual para confirmar antes de viajar.
Segundo o Jornal Açores 9, o operador de ferries Atlânticoline cancelou, a 23 de fevereiro de 2026, as travessias na sua Linha Verde, que liga Horta, Pico e Velas no triângulo central dos Açores. Tanto a partida da manhã como a da tarde foram canceladas devido às condições meteorológicas adversas.
O órgão de comunicação social refere que os cancelamentos ocorreram com a passagem de uma frente fria pelo arquipélago, que trouxe ventos a atingir cerca de 95 km/h nas ilhas centrais, ondas até 8 metros e chuva forte com trovoada. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera tinha emitido alertas vermelho e laranja para a região. A Atlânticoline lamentou qualquer incómodo causado aos passageiros.
O famoso Carnaval satírico da ilha — as danças e os bailinhos apresentados em salões repletos — ganhou uma aplicação para 2026 para acompanhar os grupos e os locais.
Segundo o Jornal Açores 9, a aplicação móvel “Carnaval Ilha Terceira” foi novamente disponibilizada para a época de 2026 no Google Play e na App Store. A aplicação permite aos utilizadores acompanhar as atuações dos grupos de carnaval da ilha, mostrando quais os salões que acolhem os espetáculos de bailinho e permitindo aos visitantes seguir em tempo real os movimentos dos grupos pela Terceira.
O órgão de comunicação social refere que a aplicação foi lançada pela primeira vez em 2016 pela associação regional de turismo e tem sido mantida e atualizada desde 2023 pela Câmara do Comércio e Indústria de Angra do Heroísmo, em parceria com os municípios de Angra do Heroísmo e da Praia da Vitória. A ferramenta destina-se a ajudar os foliões a orientarem-se pelas festividades durante a época das celebrações.
Com o mau tempo a perturbar a rede interilhas, a SATA recorreu a aeronaves da Azores Airlines para reacomodar os passageiros afetados pelos cancelamentos.
Segundo o Jornal Açores 9, o mau tempo de 10 de fevereiro de 2026 obrigou a SATA Air Açores a cancelar 34 voos interilhas, mais de metade das suas cerca de 50 operações diárias. Tendo esgotado as suas próprias aeronaves e tripulações, a companhia recorreu à empresa irmã Azores Airlines, ao abrigo de um acordo ACMI, para realizar voos adicionais com um A321neo.
O órgão de comunicação social refere que o serviço substituto operou entre São Miguel e a Terceira. Dos 293 passageiros que ficaram sem lugar, cerca de 288 foram transportados na aeronave da Azores Airlines, tendo os restantes cinco sido colocados noutros voos ao longo do dia. A SATA afirmou que só atuou depois de esgotar todos os recursos internos. Ambas as transportadoras pertencem ao Grupo SATA, operando a Azores Airlines normalmente rotas externas e a SATA Air Açores as ligações interilhas. O mau tempo severo também adiou o plenário de fevereiro da assembleia regional.
Entraram em vigor tabelas de retenção na fonte do IRS atualizadas para os residentes nos Açores — vale a pena verificar se está a receber salário em Portugal, pois as deduções mensais mudam.
Segundo o Diário dos Açores, o Ministério das Finanças de Portugal aprovou novas tabelas de retenção na fonte do IRS para os residentes nos Açores em 2026 através do Despacho n.º 1179/2026, publicado em Diário da República a 3 de fevereiro de 2026. As tabelas aplicam-se aos rendimentos pagos ou colocados à disposição a partir de 1 de janeiro de 2026 e refletem as reduções do IRS previstas na Lei do Orçamento do Estado para 2026.
O órgão de comunicação social refere que a atualização mantém o modelo de taxa marginal progressiva utilizado desde meados de 2023, que visa aproximar as deduções mensais do imposto anual final devido. As tabelas variam consoante a situação familiar, o número de dependentes e a deficiência. Os suplementos para dependentes com deficiência permanente igual ou superior a 60 por cento variam entre 42,41 e 84,82 €, o trabalho suplementar é tributado a metade da taxa mensal e aplica-se uma redução de um ponto aos agregados com três ou mais dependentes. O despacho revoga o anterior, de julho de 2025.
O governo aceitou a proposta da federação agrícola para ajudar a converter as explorações de leite em carne — utilizando subsídios para orientar o setor num contexto de oscilação dos preços pós-quotas.
Segundo o Jornal Açores 9, o governo dos Açores aceitou uma proposta da Federação Agrícola regional para ajudar os produtores de leite a converter as suas explorações para a produção de bovinos de carne. O Secretário Regional da Agricultura, António Ventura, afirmou que o governo estava a preparar legislação para o regime, que atribuiria cerca de 3.000 direitos adicionais de vacas em aleitamento, sobretudo na Terceira e na Graciosa, abrangendo cerca de 50 produtores.
O órgão de comunicação social refere que a proposta surgiu na sequência de um aviso da cooperativa Unicol, a 31 de janeiro, de que os preços do leite iriam baixar três cêntimos por litro a partir de 1 de fevereiro, invocando condições de mercado adversas. Ventura defendeu que a descida não se justificava apenas pelo mercado, apontando o domínio da indústria e a desvalorização do leite regional, e assinalou que a região produz grandes volumes de leite em pó de baixo valor. Afirmou também que o leite da Terceira melhorou o teor de gordura e proteína durante 2025.
O mau tempo obrigou ao encerramento de sete dos portos de São Miguel — uma perturbação habitual de inverno para quem depende dos portos mais pequenos.
A RTP Açores noticiou que a forte agitação marítima obrigou ao encerramento de quase todos os portos de São Miguel a 4 de fevereiro de 2026. A autoridade portuária de Ponta Delgada ordenou o encerramento à navegação de todos os portos da ilha, exceto o próprio de Ponta Delgada, vigorando a restrição das 17h00 de 4 de fevereiro até às 07h00 da manhã seguinte.
O capitão do porto indicou que os horários de abertura poderiam ser antecipados caso as condições do mar melhorassem. A notícia acrescentou que, na ilha vizinha de Santa Maria, o porto de Vila do Porto já se encontrava encerrado desde a terça-feira dessa semana devido ao mesmo período de mau tempo.
Os preços máximos da gasolina desceram 2,2 cêntimos por litro a partir do início de fevereiro — um pequeno alívio antes das subidas da primavera.
Segundo o Açoriano Oriental, o preço máximo de venda ao público da gasolina sem chumbo 95 nos Açores desceu 2,2 cêntimos para 1,598 € por litro a partir de 1 de fevereiro de 2026, enquanto o gasóleo se manteve inalterado em 1,474 € por litro. O gasóleo colorido para a agricultura (1,103 €) e para a pesca (0,913 €) também se manteve. Alguns preços do gás butano registaram variações marginais, com o butano a granel a descer 0,6 cêntimos.
O órgão de comunicação social refere que o governo regional fixa estes preços máximos no primeiro dia de cada mês, ajustando-os às variações recentes das cotações internacionais dos produtos petrolíferos e energéticos. O Açoriano Oriental observa que a região cobra impostos sobre os combustíveis de 59 cêntimos por litro na gasolina e 40 cêntimos no gasóleo, taxas que tinham subido acentuadamente em dezembro de 2024.
O setor do alojamento local dos Açores afirmou estar a atravessar um período exigente, com o abrandamento das reservas antes da saída da Ryanair.
Segundo o Jornal Açores 9, João Pinheiro, presidente da Associação de Alojamento Local dos Açores (ALA), afirmou que o setor atravessa um período exigente, marcado por uma época baixa mais longa e mais intensa. Assinalou que mais de metade das unidades não está a receber hóspedes, o que, segundo ele, aponta para uma fragilidade estrutural, e descreveu 2026 como um cenário preocupante, impulsionado por uma tempestade perfeita de instabilidade global, a saída da Ryanair a 29 de março de 2026, a incerteza quanto às operações da SATA e o investimento insuficiente na promoção dos Açores.
O órgão de comunicação social refere que o setor gerou cerca de 350 milhões de euros em 2023, podendo ter atingido 500 milhões de euros em 2024, com dois terços do impacto a fluir indiretamente para outros setores. Pinheiro afirmou que as regras que regem o alojamento local não eram revistas há cerca de uma década, enquanto a Secretária Regional do Turismo, Berta Cabral, reconheceu o papel determinante do setor e apelou a um desenvolvimento sustentável e orientado para a qualidade.
Durante 2026, os residentes passarão a pagar apenas o preço final subsidiado no momento da reserva, pondo fim ao sistema de pagar e depois ser reembolsado.
Segundo o DNotícias, os residentes das ilhas que beneficiam do Subsídio de Mobilidade Social poderão pagar apenas a tarifa aérea final subsidiada no momento da reserva, em vez de pagarem o preço total e aguardarem o reembolso. O Governo Regional da Madeira confirmou que a alteração entraria em vigor durante 2026, e o secretário regional do Turismo, Ambiente e Cultura, Eduardo Jesus, afirmou que o Governo nacional tinha garantido o cumprimento do objetivo.
O órgão de comunicação social refere os limites atuais: nas rotas Madeira–continente, os residentes pagam 79 € e os estudantes 59 € por ida e volta, com os custos elegíveis limitados a 400 €; nas rotas dos Açores, o limite para residentes é de 119 € e para estudantes de 89 €, com os custos limitados a 600 €. No modelo atual, os passageiros pagam a tarifa total antecipadamente e são reembolsados após a viagem. O DNotícias assinala que companhias aéreas como a easyJet, a TAP e a SATA se tinham oposto a uma proposta do PCP para introduzir o pagamento direto.
Com a Ryanair a reafirmar a saída a 29 de março, a transportadora regional SATA afirma estar a estudar como mitigar a perda de conectividade.
Segundo o DNotícias e a Lusa, o grupo SATA afirmou estar a acompanhar com atenção a decisão da Ryanair de cessar operações nos Açores a partir de 29 de março de 2026, reconhecendo o potencial efeito na mobilidade dos residentes, na conectividade entre as ilhas e no turismo. A companhia aérea afirmou estar a avaliar, dentro da sua capacidade operacional, financeira e regulatória, como poderá contribuir para mitigar eventuais constrangimentos decorrentes da saída.
A notícia cita a SATA a afirmar que qualquer reforço ou ajuste do seu serviço será feito de forma responsável e sustentável, dando prioridade ao interesse público, à coesão territorial e à sustentabilidade da própria empresa, e sublinhou o seu compromisso de longa data com a manutenção das ligações aéreas essenciais. Como contexto, os órgãos de comunicação social referem que a Ryanair reafirmou a sua saída invocando as taxas aeroportuárias e a inação governamental, enquanto o Governo Regional prosseguiu as negociações na esperança de manter a transportadora em operação.
Avisos vermelhos para o estado do mar, ondas até 19 m e uma vaga de cancelamentos da Atlânticoline, com o porto da Madalena encerrado durante a noite.
Segundo o Jornal Açores 9, a depressão Joseph afetava os Açores com condições meteorológicas adversas, levando o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) a emitir avisos vermelhos, o seu nível mais elevado. Os alertas vermelhos para o estado do mar abrangeram as ilhas ocidentais das Flores e do Corvo desde a noite de segunda-feira até terça-feira, e o grupo central da Terceira, Graciosa, Pico, São Jorge e Faial ao longo de terça-feira, com ondas de noroeste que se previa atingirem até 10 metros de altura significativa e um máximo de 19 metros. Estavam também em vigor avisos laranja e amarelos adicionais.
O órgão de comunicação social relata que a Atlânticoline cancelou três linhas de ferry na terça-feira: a Linha Verde, que liga a Horta, o Cais do Pico e Velas, a Linha Rosa, entre o Corvo e as Flores, e a Linha Azul, entre a Horta e a Madalena. O porto da Madalena, no Pico, esteve encerrado a toda a navegação das 15:30 de terça-feira às 06:00 de quarta-feira, e a empresa avisou que o agravamento das condições continuaria a afetar as operações marítimas.
65 milhões de euros para 767 soluções habitacionais, um concurso para 23 apartamentos em Vila Franca e subsídios à autoconstrução a aumentar 25%.
Segundo o Açoriano Oriental, o Governo dos Açores anunciou um pacote para aumentar a oferta e o acesso à habitação, apresentado por Maria João Carreiro, secretária regional da Juventude, Habitação e Emprego, que afirmou ter terminado o período de desinvestimento na habitação. O plano inclui 65 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência para criar 767 soluções habitacionais em toda a região, abrangendo reabilitações, construção nova e lotes infraestruturados.
O órgão de comunicação social relata um concurso público, que termina a 4 de fevereiro, para 23 apartamentos no empreendimento Foros Sol Mar, em Vila Franca do Campo — quatro T1, nove T2 e dez T3 —, com um investimento superior a 2,1 milhões de euros, disponibilizados em regime de arrendamento com opção de compra ao fim de um ano. Os limites de elegibilidade de rendimento foram aumentados e os apoios financeiros reforçados, incluindo novos subsídios de 5 000 € para custos de projeto de arquitetura e um aumento de 25% nos subsídios à autoconstrução, permitindo que os casais elegíveis acedam a até 21 000 €.
O plano Açores 2030 agenda 22 avisos de financiamento — 114,4 milhões de euros orientados para a formação, o emprego, a adaptação climática e a inovação.
Segundo o Açores 2030, o programa publicou o seu Plano Anual de Avisos para 2026 a 15 de janeiro de 2026, definindo 22 avisos de financiamento previstos, num total de 114,4 milhões de euros em fundos europeus. O plano é apresentado como uma ferramenta de planeamento que permite aos candidatos prepararem antecipadamente as suas candidaturas, sendo atualizado trimestralmente.
O órgão de comunicação social relata que os avisos abrangem várias áreas prioritárias, incluindo a formação e a qualificação, os estágios profissionais e os programas de inserção socioprofissional, as respostas sociais e a mitigação da privação material, a proteção civil e a gestão de riscos, a adaptação às alterações climáticas, a gestão dos recursos hídricos e a promoção da inovação e da investigação científica. O Açores 2030 enquadra o plano no âmbito do seu compromisso com uma gestão transparente e eficaz dos fundos europeus, em apoio a um desenvolvimento sustentável, inclusivo e inovador do arquipélago.
Abriram as inscrições para o tradicional cortejo de cantares às estrelas, a 1 de fevereiro — uma marca do inverno de São Miguel.
Segundo o Diário dos Açores, a Câmara Municipal da Ribeira Grande abriu as inscrições para a 33.ª edição do Cantar às Estrelas, o tradicional evento de cantares às estrelas agendado para 1 de fevereiro. Os grupos interessados em participar puderam inscrever-se até 23 de janeiro, por correio eletrónico ou por telefone, indicando o seu nome, o tema da canção a interpretar, o seu autor, o número de participantes e a sua proveniência.
O órgão de comunicação social relata que o cortejo tem início às 19:00, percorrendo a Rua Direita e o Largo Hintze Ribeiro e terminando na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Estrela. O Diário dos Açores descreve o evento como uma expressão significativa do património cultural imaterial da Ribeira Grande, que combina elementos tradicionais e intergeracionais, e refere que costuma atrair mais de mil participantes de todo o concelho e das zonas vizinhas de São Miguel.
Doze grupos deram vida ao Carnaval Sénior da ilha em 2026 — um aquecimento para as famosas danças e bailinhos da Terceira.
Segundo o Jornal Açores 9, doze grupos de várias localidades da Terceira participam no Carnaval Sénior de 2026 da ilha. As atuações distribuem-se por três fins de semana — 24 e 25 de janeiro, 31 de janeiro e 1 de fevereiro e 7 e 8 de fevereiro —, realizadas em salões por toda a ilha, com os grupos a apresentarem temas que vão do humor e da crítica social às relações familiares e à vida em comunidade.
O órgão de comunicação social relata que o evento é organizado pela Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, liderada pela presidente Fátima Amorim, que o descreve como tendo um impacto muito significativo na vida social e económica da ilha e como proporcionando momentos intergeracionais, divertidos e criativos. O Carnaval tradicional segue-se a 14 a 17 de fevereiro no Teatro Angrense, com as danças e os bailinhos característicos da Terceira.
Um sismo de magnitude 2,2 foi sentido perto de Vitória — de pequena intensidade, e uma recordação de como o solo das ilhas é monitorizado.
Segundo o comunicado sismológico da Proteção Civil dos Açores, um sismo de magnitude 2,2 na escala de Richter ocorreu a 13 de janeiro de 2026, às 09:32 hora local, com o epicentro localizado a cerca de 3 quilómetros a oeste de Vitória, na ilha Graciosa.
O comunicado indica que o tremor foi sentido com uma intensidade máxima de III na escala de Mercalli Modificada, registada em Guadalupe. O Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA) afirmou que continuará a acompanhar a situação e a emitir novos comunicados se necessário.
A Rede Regional de Áreas Marinhas Protegidas entrou em vigor a 1 de janeiro, abrangendo cerca de 30% do oceano dos Açores.
Segundo o Jornal Açores 9, a Rede Regional de Áreas Marinhas Protegidas entrou em vigor a 1 de janeiro de 2026, abrangendo cerca de 30% das águas açorianas, com metade das zonas protegidas sob regras de proteção total. A rede foi aprovada em outubro de 2024 e assentou no trabalho da Fundação Oceano Azul e da Waitt Foundation.
O órgão de comunicação social relata que o líder do PS/Açores, Francisco César, defendeu o acordo alcançado com o presidente do Governo Regional, afirmando que este equilibra a proteção ambiental com a viabilidade do setor das pescas. Ao abrigo do acordo, a pesca do atum ao salto e vara é permitida nas zonas de proteção elevada, embora não nas áreas de proteção total, e prevê-se um maior apoio a este tipo de pesca comercial, um plano de cogestão para o setor do atum, o reforço da capacidade técnica das associações de pescas e a continuação da monitorização. César afirmou que os pescadores beneficiam do decreto daí resultante.
A subsidiada Tarifa Açores aumenta 1 € para 61 € ida e volta e, a partir de agora, é atualizada anualmente à inflação.
Segundo o Jornal Açores 9, o Governo Regional dos Açores aprovou um aumento de 1 € na Tarifa Açores, a tarifa subsidiada entre ilhas para residentes, elevando o preço de ida e volta para adultos de 60 € para 61 € (ida 35 €). As tarifas de ida e volta para crianças subiram para 46 € e as de bebés para 13 €. A partir de agora, a tarifa será atualizada automaticamente todos os anos de acordo com a taxa de inflação do ano anterior calculada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O órgão de comunicação social relata que os novos preços entram em vigor com a publicação no Jornal Oficial da região, segundo o Secretário Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, e que a despesa com o subsídio tem um orçamento máximo de 10 milhões de euros para 2026. O programa foi lançado em junho de 2021, tendo tido origem numa moção aprovada pela assembleia regional, e foi uma promessa de campanha do presidente do Governo Regional, José Manuel Bolieiro.
Os preços das casas nos Açores lideraram o aumento nacional — parte de uma subida homóloga de 6,8% em dezembro — com a habitação nas ilhas a seguir o seu próprio percurso acentuado.
Segundo o Jornal Açores 9, que cita o índice de preços da idealista, os preços das casas em Portugal subiram 6,8% em termos homólogos em dezembro, atingindo uma mediana de 3 019 € por metro quadrado, o valor mais elevado alguma vez registado, com um aumento trimestral de 2,6%.
O órgão de comunicação social relata que os Açores lideraram o país na aceleração dos preços, com os valores a subirem 20,1% ao longo do ano, à frente da Madeira, com 14,6%, do Alentejo, com 14,3%, e da região Centro, com 10,8%. Dentro do arquipélago, os aumentos variaram muito de ilha para ilha: Porto Santo subiu 42,6%, o Faial 29%, São Miguel 20,2% e a Terceira 19,9%. O índice é calculado a partir das medianas dos preços pedidos nos anúncios de imóveis, excluindo entradas atípicas ou fora do mercado.
Carne e peixe a subir cerca de 7%, rendas limitadas a +2,24%, telecomunicações mais caras — mas o salário mínimo regional sobe para 966 €.
Segundo o Açoriano Oriental, vários preços vão subir em 2026. A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição estima aumentos de cerca de 7% na carne e no peixe, enquanto o pão e os produtos de padaria também enfrentam ligeiras subidas ligadas ao aumento dos custos de mão de obra e dos preços dos fatores de produção. As rendas de habitação podem aumentar 2,24% ao abrigo do coeficiente oficial do INE, e o valor de construção de referência utilizado no imposto sobre imóveis sobe para 570 € por metro quadrado. Os operadores de telecomunicações NOS, MEO e Vodafone estão a aumentar os preços em linha com a inflação, e as tarifas postais dos CTT aumentam, em média, 6,2% a partir de 2 de fevereiro.
O órgão de comunicação social relata aumentos compensatórios do lado dos rendimentos: o salário mínimo regional dos Açores sobe para 966 €, as pensões até 1 074,26 € aumentam 2,80% com um mínimo de 9,29 €, e o Complemento Solidário para Idosos sobe 6,24%. Os medicamentos com preço inferior a 30 € mantêm-se estáveis.